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Força-Tarefa Previdenciária e PF desarticulam quadrilha no Maranhão; economia estimada é de R$ 1,18 milhão

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A Força-Tarefa Previdenciária no Estado do Maranhão deflagrou, na manhã desta quinta-feira (06), a Operação Procuração Fantasma, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso suspeito de praticar fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão nas cidades de São Luís, Santa Luzia do Paruá e Zé Doca. Também foram autorizadas pela Justiça medidas cautelares de afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, bem como o arresto de bens para assegurar o ressarcimento dos prejuízos causados.

A ação foi conduzida pela Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários e contou com a colaboração da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP) do Ministério da Previdência Social (MPS).

O inquérito policial, instaurado em 2024, identificou indícios da existência de um esquema criminoso voltado ao cadastramento fraudulento de procuradores vinculados a titulares de benefícios assistenciais. De acordo com as investigações, a fraude teria como objetivo manter os benefícios ativos por tempo indeterminado, bem como viabilizar a contratação de empréstimos consignados em nome dos supostos beneficiários. Há indícios de que os titulares dos benefícios seriam pessoas fictícias, criadas mediante a utilização de identidades falsas.

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Levantamento realizado CGINP aponta que, apenas em relação aos 28 casos identificados até o momento, o prejuízo causado aos cofres públicos pode alcançar aproximadamente R$ 5,7 milhões. A suspensão dos pagamentos poderá gerar uma economia adicional estimada em R$ 1,18 milhão, considerando a expectativa de sobrevida calculada com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar todos os envolvidos, apurar a extensão dos danos causados ao sistema previdenciário e reunir novos elementos de prova.

Os investigados poderão responder, conforme o grau de participação de cada um, pelos crimes de estelionato majorado contra entidade de direito público, associação criminosa, falsificação de documento público e uso de documento falso.

Há 26 anos, a Força-Tarefa Previdenciária é integrada pelo Ministério da Previdência Social e pela Polícia Federal, que atuam em conjunto no combate a crimes estruturados contra o sistema previdenciário. No Ministério da Previdência Social, cabe à Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social detectar e analisar os indícios de crimes e fraudes organizadas.

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Fonte: Ministério da Previdência Social

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Conectividade fortalece a produção rural ao permitir uso de novas tecnologias e acesso a informações mais precisas

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O que a conectividade tem a ver com o cafezinho que chega até a sua xícara? A resposta começa bem antes de a água quente encontrar o pó. No campo, uma conexão à internet pode ajudar o produtor rural a consultar a previsão do tempo, acompanhar os preços de mercado, pesquisar técnicas de cultivo, acessar serviços públicos, negociar a venda da produção e utilizar a Internet das Coisas para adotar novas tecnologias.

O café é um bom exemplo de como a tecnologia pode contribuir para aumentar a produtividade. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a estimativa é de que a safra brasileira do grão em 2026 atinja o recorde histórico de 67,6 milhões de sacas de 60 kg, um aumento de 19,6% em relação a 2025. Entre os fatores que contribuem para esse cenário está o avanço tecnológico no campo.

Levantamento realizado pela ConectarAGRO, em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), mostra que 69% das áreas cultivadas com café no país contam com acesso à internet móvel. A tecnologia permite otimizar diferentes etapas do processo produtivo, da lavoura à comercialização.

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Mas o café é apenas uma das culturas beneficiadas. No campo, a conectividade tem se tornado uma ferramenta estratégica para o produtor. Em um cenário de transformação digital do agronegócio, estar conectado pode fazer a diferença entre apenas produzir e produzir com mais eficiência.

Estar conectado também significa encontrar novas oportunidades de negócio. Por meio de plataformas digitais e sistemas de comercialização, os produtores conseguem acompanhar a variação dos preços dos produtos agrícolas, comparar ofertas e negociar de forma mais eficiente com compradores, cooperativas e empresas.

Com a ampliação da cobertura, também cresce o uso de tecnologias de agricultura de precisão. Sensores instalados nas lavouras, sistemas de irrigação inteligentes, monitoramento remoto de máquinas e ferramentas baseadas em inteligência artificial permitem acompanhar as condições da produção em tempo real. Na prática, isso pode significar maior produtividade com menor uso de recursos, contribuindo para ganhos econômicos e ambientais.

Acesso a recursos e serviços

Outro benefício importante é o acesso a serviços financeiros. Hoje, muitos procedimentos podem ser realizados pela internet, como solicitação de crédito rural, contratação de seguros agrícolas e acesso a programas de apoio ao setor.

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O Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) possui uma linha de atuação voltada ao agronegócio. A iniciativa permite financiar projetos de expansão da internet e da telefonia móvel em áreas rurais. Atualmente, estão em andamento 33 projetos de rede de transporte e oito projetos de banda larga móvel, por meio da instalação de Estações Rádio Base (ERBs).

Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

Fonte: Ministério das Comunicações

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