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São Paulo oferece curso de exportação para micros e pequenos

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O Governo de São Paulo criou o Programa Paulista de Capacitação para Exportações (Exporta SP) que poderia servir de exemplo para outros estados. Criado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e executado pela InvestSP, o programa é uma oportunidade única para pequenos negócios ampliarem sua atuação e entrarem no mercado global, com apoio especializado e gratuito.

Com aulas 100% online, o Exporta SP já abriu inscrições para a turma do primeiro semestre de 2025. Ao longo de quatro meses, os participantes terão acesso a 20 aulas coletivas ministradas por especialistas da InvestSP e da Fundação Instituto de Administração (FIA). Os empreendedores também participarão de workshops voltados à criação de redes de contato e aprendizado sobre temas como preços, inteligência comercial, marketing, contratos internacionais, logística e vendas.

O programa não apenas capacita, mas também incentiva pequenos produtores e empresários a superarem desafios do comércio internacional, como logística e definição de preços competitivos. Além disso, é gratuito, o que o torna acessível a muitos que, de outra forma, não teriam condições de participar de capacitações deste tipo.

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Com vagas destinadas a empreendedores de todas as regiões do estado e foco na diversidade de segmentos, o Exporta SP é uma referência que outros estados poderiam adotar. Iniciativas como essa promovem a inclusão de pequenos negócios no mercado internacional, contribuindo para a geração de empregos e renda local.

Os interessados em participar podem preencher o formulário de cadastro e avaliação de maturidade exportadora disponível no site da InvestSP. É uma oportunidade de crescimento que pode transformar pequenas ideias em grandes negócios globais.

Fonte: Pensar Agro

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Guerra Irã-EUA eleva preços de fertilizantes e já pressiona custos da safra 2026/2027

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A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã já provoca impacto direto sobre os custos do agro. Os preços da ureia subiram entre 33% e 48% nas últimas semanas, enquanto a amônia anidra avançou cerca de 39%, em um movimento puxado pela alta do gás natural e pelas restrições logísticas no Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportação de insumos.

O Brasil, que importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), sente o reflexo imediato. Parte relevante da ureia utilizada no País vem do Oriente Médio, o que amplia a exposição ao conflito e eleva o risco de novos aumentos no curto prazo.

O impacto ocorre justamente no momento de planejamento da safra 2026/27. Com custos mais altos, produtores começam a rever estratégias, postergar compras e buscar alternativas para reduzir o peso dos insumos no orçamento, especialmente em culturas como soja e milho, mais intensivas em fertilização.

Além da matéria-prima, o frete também entrou na equação. A tensão na região elevou o preço do petróleo e aumentou o custo do transporte marítimo, pressionando ainda mais o preço final dos fertilizantes no Brasil.

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Diante desse cenário, o governo federal discute medidas para amortecer o impacto. Entre as alternativas está a criação de um mecanismo de subvenção para fertilizantes dentro do Plano Safra 2026/27, com uso de crédito subsidiado para reduzir o custo ao produtor.

Outra frente envolve ações estruturais. O governo pretende ampliar a produção nacional por meio do Plano Nacional de Fertilizantes e de linhas de financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na tentativa de reduzir a dependência externa, considerada um dos principais gargalos do setor.

Do lado produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) tem pressionado por medidas emergenciais, como a redução de custos logísticos e tributários, incluindo pedidos de isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), taxa cobrada sobre o transporte marítimo, que encarece a importação de fertilizantes.

Na prática, a combinação de alta dos insumos, frete mais caro e incerteza geopolítica cria um ambiente de maior risco para o produtor. A definição dos custos da próxima safra deve ocorrer sob volatilidade elevada, com impacto direto sobre margem e decisão de plantio.

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Fonte: Pensar Agro

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