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Pernambuco sedia a 30ª Agrinordeste, maior evento indoor do agronegócio

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Maior evento indoor do Norte e Nordeste relacionado ao agronegócio, a 30ª Agrinordeste traz ao público uma série de atrações, que vão desde palestras e oficinas até exposições e concursos. Todas as ações têm como principal objetivo trocar conhecimentos e contribuir com o crescimento do agro na região. A feira acontece entre os dias 30 de novembro e 3 de dezembro, das 10h às 21h. A entrada é gratuita.

“Não há nenhum evento em Pernambuco ou no Nordeste com tantas palestras, que levam aos produtores, profissionais da área e estudantes conhecimento de mercado, de políticas públicas e da competitividade de cada setor produtivo”, disse Pio Guerra, presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Pernambuco, organizadora da feira.

O já tradicional Seminário sobre a Modernização do Setor Primário terá aproximadamente 90 palestras, que começam às 11h e vão até às 16h45. As apresentações são distribuídas em nove auditórios temáticos sobre Apicultura, Aquicultura, Avicultura, Bovinocultura de Corte, Bovinocultura de Leite, Cana-de-Açúcar, Caprinovinocultura, Cooperativismo, Floricultura, Fruticultura, Horticultura, Jardinagem, Políticas Públicas e Turismo Rural, bem como um espaço reservado a abordagem de temas atuais, e outro direcionado para o mercado pet.

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Alenilda Carvalho é uma das palestrantes. Natural de Barra da Estiva/BA, na quinta-feira (30) e sexta-feira (1), a engenheira agrônoma e professora do curso Técnico em Zootecnia da Rede E- TEC do Senar/BA fará uma exposição sobre forragens como fator indispensável na produção animal. O estudo abrange gramíneas anuais e perenes, cactáceas e lenhosas/leguminosa testadas em ambiente semiárido, com o objetivo de ampliar as opções de forrageiras resilientes a baixas precipitações, auxiliando o produtor e promovendo uma pecuária sustentável.

De acordo com Alenilda, as conclusões de suas pesquisas trazem novas alternativas a produtores rurais do semiárido. “A palestra traz resultados de materiais testados em ambiente. A pesquisa vivencia na prática as condições que uma propriedade do semiárido enfrenta no seu cotidiano. Assim, acreditamos que as informações obtidas, poderão ampliar as opções de recomendações do cardápio forrageiro, em associação ao que já está disponível nas prioridades e que são cultivadas pelos produtores”.

Também na quinta-feira, o Dr. em Fruticultura e pesquisador da Embrapa Semiárido, José Egídio Flori, comanda uma apresentação sobre sustentabilidade ambiental e segurança no cultivo da goiaba, com destaque ao combate de pragas.

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“Me sinto feliz em poder contribuir com informações relacionadas à solução técnica lançada pela Embrapa, para enfrentamento de doenças causadas por pragas na cultura da goiaba. Meu principal objetivo na palestra é ajudar na segurança de produção e economia de custo da cultura”, afirmou.

A 30ª edição da Agrinordeste é realizada pela Faepe, com patrocínio do Sebrae, Sistema CNA/Senar, Senar Pernambuco, Banco do Nordeste (BNB), Adepe e apoio do Sistema OCB.

Fonte: Pensar Agro

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Crédito rural para a agricultura empresarial soma R$ 28,2 bilhões no primeiro mês da safra 2026/2027

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A agricultura empresarial contratou R$ 28,2 bilhões em crédito rural em julho de 2026, primeiro mês da safra 2026/2027. O levantamento reúne operações realizadas por produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e pelos demais produtores, com base em dados do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central do Brasil, e das registradoras de títulos, no caso das Cédulas de Produto Rural (CPR).

As CPR responderam por R$ 18,8 bilhões das operações contratadas no mês, o equivalente a 66,6% do total. O custeio convencional somou R$ 6,5 bilhões, correspondente a 23% das contratações.

Custeio, comercialização e industrialização

No custeio da produção, o Pronamp respondeu por R$ 3,5 bilhões, o equivalente a 53,5% do total destinado à modalidade. Os demais produtores empresariais contrataram R$ 3 bilhões, ou 46,5%.

As operações de comercialização da produção agropecuária somaram R$ 1,5 bilhão em julho. Já a industrialização, que contempla o processamento e a agregação de valor aos produtos agropecuários, registrou R$ 891 milhões.

Os programas de investimento, destinados a itens como máquinas, equipamentos, irrigação e modernização de estruturas produtivas, registraram R$ 118,1 milhões em aplicações no primeiro mês da safra. Entre os programas, foram contratados R$ 56 milhões pelo RenovAgro e R$ 31 milhões pelo Pronamp Investimento.

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Operações por porte do produtor

Fora do Pronamp, os médios e grandes produtores contrataram R$ 5,9 bilhões, correspondentes a 21% do total concedido no mês. No Pronamp, foram registrados R$ 3,5 bilhões em operações, equivalentes a 12,4% do total.

Ao todo, foram realizados 26.034 contratos de crédito rural pela agricultura empresarial em julho. Desse número, 12.940 foram operações de CPR.

Crédito por região

O Sul registrou o maior volume de crédito entre as regiões em julho, com R$ 3,6 bilhões e 6.887 contratos. Na sequência aparecem o Sudeste, com R$ 2,5 bilhões, e o Centro-Oeste, com R$ 2,2 bilhões. O Nordeste registrou R$ 678 milhões, enquanto o Norte teve R$ 400 milhões em concessões.

O levantamento também mostra diferenças no tíquete médio das operações, que corresponde ao valor médio de cada contrato. No Centro-Oeste, o valor chegou a R$ 1,25 milhão por contrato. No Sul, o tíquete médio foi de R$ 529 mil.

Fontes de recursos

Entre as fontes controladas utilizadas no financiamento do crédito rural, os Recursos Obrigatórios foram responsáveis por R$ 3,9 bilhões, o equivalente a 69,8% do total dessas fontes. Os Recursos Obrigatórios correspondem à parcela dos depósitos à vista que as instituições financeiras devem direcionar ao crédito rural.

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Entre as fontes não controladas, a LCA Livre foi a principal fonte de captação de recursos privados, com R$ 3,4 bilhões destinados ao crédito rural.

Recursos equalizáveis

Para a safra 2026/2027, a programação orçamentária de recursos equalizáveis soma R$ 97,6 bilhões, conforme a Portaria MF nº 2.170/2026. Os recursos equalizáveis são destinados a linhas de crédito com taxas de juros controladas pelo governo federal, e o diferencial em relação às taxas de mercado é coberto pelo Tesouro Nacional.

No primeiro mês da safra, R$ 1,3 bilhão dos recursos equalizáveis programados foi concedido.

Entre os programas de investimento equalizáveis, foram contratados R$ 56,1 milhões pelo RenovAgro, R$ 20,7 milhões pelo Pronamp e R$ 17,6 milhões pelo Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA).

Nas operações equalizáveis de investimento, o Banco do Brasil respondeu por 86,8% das concessões do mês, seguido pelo Sicredi, com 12,8%. Nas linhas equalizáveis de custeio e comercialização, o Banco do Brasil concentrou 68,9% das concessões, seguido por Cresol (11%), Sicredi (10%) e Credicoamo (8,9%).

Acesse aqui o documento. 

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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