AGRONEGÓCIO
O Boletim do Suíno de dezembro está disponível no site!
AGRONEGÓCIO
Cepea, 12/01/2023 – O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, disponibiliza hoje o Boletim do Suíno de dezembro de 2022.
Abaixo, alguns trechos:
Mercado em dezembro
Com a proximidade das festas de fim de ano em dezembro, os preços do suíno vivo e da carcaça reagiram em todas praças acompanhadas pelo Cepea, sobretudo a partir da segunda semana do mês, impulsionados pelo aumento da procura por carne suína.
Preços e exportações
Após recuarem em novembro, as exportações brasileiras de carne suína (considerando-se produtos in natura e industrializados) registraram movimento de recuperação em dezembro, impulsionadas pela intensificação das compras de países asiático, sobretudo da China.
Relação de troca e insumos
A procura aquecida por carne suína, sobretudo para atender à demanda de fim de ano, impulsionou os valores do animal vivo no mês de dezembro. Para os principais insumos consumidos na atividade, milho e farelo de soja, os preços também subiram, mas de forma menos intensa que a registrada para o animal. Nesse cenário, o poder de compra dos suinocultores de São Paulo e de Santa Catarina frente a esses insumos cresceu em dezembro.
Carnes concorrentes
Os preços médios da carne suína registraram forte alta de novembro para dezembro, impulsionados pela demanda aquecida devido às festividades de fim de ano. Esse cenário reduziu a competitividade da proteína suinícola frente às substitutas, as carnes de frango e bovina, que apresentaram, respectivamente, forte queda de preços e leve valorização.
Fonte: CEPEA
AGRONEGÓCIO
Enquanto EUA anunciam tarifas, China abre mercado para a carne brasileira
No mesmo momento em que os Estados Unidos ampliam as ameaças tarifárias contra produtos brasileiros, a China enviou um sinal na direção oposta. O governo chinês anunciou nesta terça-feira (02.05) o reconhecimento de todo o território brasileiro como livre de febre aftosa sem vacinação, decisão que elimina as últimas restrições sanitárias sobre estados do Norte do país e abre caminho para ampliar as exportações de carne bovina e suína ao principal mercado consumidor do mundo.
A medida tem peso estratégico para o agronegócio brasileiro. A China é o maior comprador mundial de carne bovina e absorve mais da metade de toda a carne bovina exportada pelo Brasil. Apenas no primeiro trimestre deste ano, os chineses importaram quase R$ 16,5 bilhões em carnes brasileiras, demonstrando a dimensão do mercado para a pecuária nacional.
O reconhecimento encerra uma negociação que se arrastava há mais de duas décadas e uniformiza o status sanitário brasileiro perante as autoridades chinesas. Na prática, produtos que enfrentavam limitações em razão das restrições aplicadas a determinadas regiões do país passam a ter acesso ampliado ao mercado asiático. Entre os principais beneficiados estão carnes com osso, miúdos e outros produtos de maior valor agregado, segmentos que tradicionalmente encontram forte demanda na China.
A decisão ocorre em um momento particularmente relevante para a pecuária nacional. Nos últimos meses, frigoríficos e exportadores brasileiros vinham buscando ampliar sua participação no mercado chinês, inclusive com pedidos de habilitação de novas plantas exportadoras e negociações para aumento de volumes embarcados.
A importância da China para o campo brasileiro vai muito além da pecuária. No ano passado, o país asiático comprou mais de R$ 275 bilhões em produtos do agronegócio brasileiro, mantendo-se com ampla folga como o principal destino das exportações do setor.
Para a pecuária, o anúncio representa uma vitória ainda mais significativa porque reforça a credibilidade sanitária brasileira justamente quando diversos países endurecem exigências para importação de proteínas animais. O reconhecimento chinês funciona como um aval à estrutura de vigilância sanitária e defesa agropecuária construída pelo Brasil ao longo dos últimos anos.
A sinalização também ganha relevância diante do cenário internacional. Enquanto Washington discute novas sobretaxas que podem atingir parte das exportações brasileiras, Pequim amplia o acesso para um mercado de mais de 1,4 bilhão de consumidores e reforça sua posição como principal destino da proteína animal produzida no Brasil. Para o setor pecuário, a mensagem é clara: se de um lado surgem barreiras comerciais, do outro o maior comprador de carne do planeta está abrindo ainda mais espaço para o produto brasileiro.
Fonte: Pensar Agro
-
ESPORTES6 dias atrásBotafogo vence o Caracas na Venezuela e assegura melhor campanha geral da Sul-Americana
-
ESPORTES6 dias atrásFluminense derrota Deportivo La Guaira no Maracanã e carimba vaga nas oitavas de final da Libertadores
-
POLÍCIA5 dias atrásPM prende suspeito de esfaquear colega de trabalho após desentendimento
-
POLÍCIA7 dias atrásPolícia Civil apreende 178 tabletes de maconha e desarticula esquema de distribuição de drogas na região de Rondonópolis
-
MATO GROSSO4 dias atrásPolícia Civil deflagrou operação contra investigados por homicídio ligado a facção em Tabaporã
-
ESPORTES6 dias atrásCorinthians perde invencibilidade na Libertadores após revés para o Platense na Neo Química Arena
-
VÁRZEA GRANDE6 dias atrásCampanha nacional vai até dia 30 e Saúde de Várzea Grande segue busca ativa no grupo prioritário
-
ESPORTES6 dias atrásCom show de Flaco López e Arias, Palmeiras goleia Junior Barranquilla na Libertadores




