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Mudança climática e mercado de carbono são destaques em palestra da Aprosoja-MT

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Fortalecimento Institucional

Mudança climática e mercado de carbono são destaques em palestra da Aprosoja-MT

Os assuntos foram apresentados na Parecis SuperAgro, nesta quarta-feira (30.04)

Jefferson Eduardo

30/03/2022

Na maior feira agropecuária e tecnológica da região Noroeste do Estado, a Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), trouxe aos participantes uma palestra com o tema “Agropecuária, mudanças do clima e mercado de carbono”, com o sócio-diretor da Agroicone, Rodrigo Lima.

“A grande questão é desfazer o mito que a produção agropecuária no Brasil é danosa devido a escala. Essa discussão sobre mudanças de clima considera a importância de transformas os sistemas alimentares, enfrentando os impactos do aquecimento global para que seja possível alcançar a segurança alimentar global”, frisou o palestrante

Foram apresentados dados sobre emissão de carbono no País, agropecuária de baixo carbono e a agropecuária como parte da solução das mudanças climáticas. Além disso foram discutidos métodos e adoções de tecnologias para a mitigação de toneladas de carbono por ano no mundo.

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“Tivemos a oportunidade de falar sobre um assunto relevante, que é o mercado de carbono. Destaco a importância da produção sustentável das cadeias produtivas e a demanda por redução de emissões, que cria oferta de créditos de carbono com integridade ambiental”, enfatizou Rodrigo Lima.

A feira Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis segue até o dia 1º de abril.

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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AGRONEGÓCIO

Senado aprova uso do Fundo Social do Pré-Sal para renegociar dívidas do agro

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O Senado aprovou na quarta-feira (11.06) o projeto de lei que autoriza o uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para financiar a renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos. A proposta, que também prevê a utilização de recursos dos fundos constitucionais do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), segue para sanção presidencial.

O texto aprovado estabelece condições especiais para produtores que registraram perdas em pelo menos duas safras e prevê taxas de juros entre 3,5% e 7,5% ao ano. Diferentemente da versão aprovada pela Câmara dos Deputados, que previa a destinação de R$ 30 bilhões a R$ 100 bilhões para a operação, o parecer do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), transferiu ao Poder Executivo a definição do volume de recursos que poderá ser utilizado.

A proposta foi defendida por parlamentares ligados ao agronegócio como uma alternativa para enfrentar o aumento do endividamento no campo, agravado pelas perdas provocadas por secas e enchentes em diferentes regiões do País. O projeto beneficia produtores atingidos por eventos climáticos reconhecidos oficialmente.

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O governo federal, no entanto, manteve restrições ao texto durante a tramitação. O Ministério da Fazenda defendia mudanças nos critérios de enquadramento dos produtores e propôs juros mais elevados para a renegociação. Parte das sugestões foi rejeitada pelo relator.

Criado em 2010, o Fundo Social do Pré-Sal tem como objetivo financiar políticas públicas permanentes com recursos da exploração de petróleo. Atualmente, metade das receitas é destinada à educação e a parcela restante atende áreas como saúde, habitação, ciência e tecnologia, cultura e meio ambiente.

Críticos da proposta argumentam que a medida pode reduzir recursos disponíveis para outros programas financiados pelo fundo. Estimativas indicam que o Fundo Social do Pré-Sal destinou cerca de R$ 35 bilhões ao programa Minha Casa, Minha Vida entre 2025 e 2026, contribuindo para a ampliação da meta de contratação de moradias.

A aprovação ocorre em meio à pressão do setor agropecuário por medidas de socorro financeiro. O aumento do endividamento dos produtores levou entidades do setor e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) a defenderem a criação de mecanismos permanentes para enfrentar os impactos das mudanças climáticas sobre a produção.

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Fonte: Pensar Agro

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