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AGRONEGÓCIO

“Exporta mais Brasil” completa um ano gerando R$ 469 milhões em negócios

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programa Exporta Mais Brasil, criado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), completou um ano agora em agosto. Durante esse período, o programa promoveu 5.145 rodadas de negócios entre compradores internacionais e empresas brasileiras, gerando uma expectativa de R$ 469 milhões em novos negócios. Até agora, 738 empresas foram beneficiadas por essa iniciativa, que se tornou o maior programa de incentivo às exportações brasileiras.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destaca a importância das exportações para o crescimento das empresas brasileiras.

“Estamos batendo recordes de exportação e atingindo o maior saldo da balança comercial. Queremos que mais empresas, incluindo pequenas e médias, tenham a oportunidade de exportar”, afirmou Alckmin, ressaltando o trabalho da ApexBrasil em promover a exportação por meio de iniciativas como o Exporta Mais Brasil.

Segundo o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, o programa tem sido uma das principais ações desde que ele assumiu a agência. “Completar um ano com resultados tão expressivos demonstra o acerto da nossa estratégia. Estamos visitando empreendimentos em todo o país, conversando com empresários e promovendo negócios com compradores dos cinco continentes”, disse Viana.

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Ele também destacou o compromisso da ApexBrasil em fortalecer setores produtivos locais, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, com foco em pequenas e médias empresas e em negócios liderados por mulheres.

O programa Exporta Mais Brasil se destaca por aproximar compradores internacionais de empresas brasileiras, permitindo que produtos e serviços de diversos setores alcancem novos mercados.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

IBGE revisa safra e reforça posição entre os maiores produtores do país

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) elevou em 261,1 mil toneladas a estimativa para a produção agrícola do Paraná em 2026, colocando o estado entre os três maiores ajustes positivos do país no mês de maio. Com a revisão, o Paraná mantém a posição de segundo maior produtor brasileiro de cereais, leguminosas e oleaginosas, respondendo por 13,6% da safra nacional.

A nova projeção acompanha o cenário favorável da agricultura brasileira. Segundo o IBGE, o país deverá colher 350,4 milhões de toneladas de grãos em 2026, um dos maiores volumes da série histórica. Apenas Mato Grosso e Mato Grosso do Sul tiveram acréscimos superiores ao registrado pelo Paraná na comparação com o levantamento anterior.

A soja segue como principal cultura do estado, com produção estimada em 22 milhões de toneladas, volume 2,7% superior ao obtido em 2025. Já o milho de segunda safra, principal aposta dos produtores nesta temporada, teve a projeção elevada para 17,5 milhões de toneladas e representa cerca de 16% da produção nacional da safrinha.

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Nas culturas de inverno, o Paraná continua liderando com folga a produção brasileira de cevada. A colheita está estimada em 552,6 mil toneladas, o equivalente a mais de 80% da produção nacional. A aveia também apresentou revisão positiva e deverá alcançar 256,5 mil toneladas, mantendo o estado entre os principais produtores do país.

Os números reforçam o protagonismo do agronegócio paranaense, sustentado pela diversificação das culturas e pelo elevado nível tecnológico das propriedades. Ao lado do Rio Grande do Sul, o Paraná é um dos pilares da produção agrícola da Região Sul, que responde por mais de um quarto da safra brasileira de grãos.

Fonte: Pensar Agro

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