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Confaeab e Instituto Pensar Agro selam parceria para fortalecer comunicação

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A Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil (Confaeab) e o Instituto Pensar Agro,  formalizaram uma parceria estratégica para ampliar o alcance dos profissionais do agronegócio brasileiro. O contrato foi assinado em evento realizado pelos presidentes Francisco Antônio Silva de Almeida (Confaeab) e Isan Rezende (Pensar Agro e Federação de MT).

O objetivo principal da colaboração é fomentar a comunicação técnica entre engenheiros agrônomos num cenário onde o agronegócio exerce papel central na economia nacional. Para Francisco Almeida, “é um prazer fazer parte desse time do Instituto Pensar Agro, contribuindo com artigos e expandindo o alcance da revista Pensar Agro para divulgar a pujança do nosso agro”. Além disso, Almeida reforçou o compromisso institucional com o desenvolvimento do setor e com o fortalecimento das práticas sustentáveis agrícolas.

Isan Rezende destacou que a iniciativa consolida o projeto Pensar Agro como braço aliado da Confaeab junto aos profissionais do campo: “O agronegócio hoje é protagonista e essa união potencializa o papel do engenheiro agrônomo. O presidente Francisco tem visão estratégica para conduzir essa transformação e fortalecer o setor por meio de informação qualificada e representatividade”.

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A nova parceria prevê ações conjuntas em projetos de capacitação, eventos setoriais e a produção de conteúdo técnico, buscando não só valorizar o engenheiro agrônomo, mas também aprimorar rotinas produtivas e estimular inovação no sistema agrícola nacional. Segundo as entidades, a aliança representa um avanço institucional que poderá impactar positivamente o desenvolvimento tecnológico, a adoção de boas práticas de produção e a formulação de políticas públicas que atendam demandas do setor.

O evento de assinatura foi marcado pela convergência de objetivos das organizações e pelo compromisso mútuo de apoio aos profissionais que impulsionam a competitividade e a sustentabilidade do agro brasileiro.

Fonte: Pensar Agro

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Comissão aprova proteção a crédito rural em áreas sob demarcação indígena

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que impede a imposição de restrições administrativas, técnicas ou cadastrais a produtores rurais que ocupam áreas em processo de demarcação de terras indígenas.

A proposta busca evitar que a simples inclusão de um imóvel em procedimentos demarcatórios impeça o acesso a crédito rural, seguro agrícola e outras políticas públicas antes da conclusão definitiva do processo.

O texto aprovado altera a Lei do Marco Temporal e estabelece que as restrições somente poderão ser aplicadas após a conclusão da demarcação e o pagamento das indenizações devidas aos ocupantes. Na avaliação dos parlamentares que defendem a proposta, a medida busca garantir segurança jurídica aos produtores enquanto o processo administrativo ainda estiver em andamento.

O projeto original é de autoria do deputado Rodolfo Nogueira, mas foi aprovado na forma de um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Além de manter a proteção ao acesso dos produtores às políticas públicas, Lupion ampliou o alcance da proposta ao incluir, de forma expressa, o direito à indenização pela terra nua. Atualmente, a legislação assegura o pagamento apenas pelas benfeitorias realizadas de boa-fé em áreas posteriormente reconhecidas como terras indígenas.

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Segundo o relator, a proposta não interfere nos processos de demarcação conduzidos pelo poder público nem altera os direitos dos povos indígenas previstos na Constituição. O objetivo, afirmou, é impedir que produtores sofram restrições antes da conclusão do procedimento administrativo e da definição sobre eventual desocupação da área.

“A simples inserção de imóvel rural em cadastro vinculado a procedimento demarcatório, sem decisão final e sem indenização, não pode resultar, por via reflexa, na inviabilização da atividade produtiva”, afirmou Pedro Lupion durante a votação.

Na justificativa do projeto, os parlamentares argumentam que produtores incluídos em áreas sob estudo para demarcação têm enfrentado dificuldades para contratar financiamentos, renovar operações de crédito, acessar seguros rurais e participar de programas oficiais, mesmo quando continuam exercendo regularmente a posse da propriedade.

Se a proposta avançar nas próximas etapas da tramitação, bancos, cooperativas de crédito, seguradoras e demais órgãos públicos não poderão impor restrições apenas em razão da existência de um processo de demarcação ainda não concluído.

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O texto seguirá agora para análise das comissões da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Como tramita em caráter conclusivo, o projeto poderá seguir diretamente para o Senado caso seja aprovado nas comissões e não haja recurso para votação no plenário da Câmara dos Deputados.

A iniciativa integra um conjunto de propostas defendidas pela bancada do agronegócio para ampliar a segurança jurídica no campo e reduzir os impactos administrativos enfrentados por produtores rurais durante processos de regularização fundiária envolvendo terras indígenas.

Fonte: Pensar Agro

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