CUIABÁ
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

CITROS/CEPEA: Mesmo ainda em alto patamar, preço da tahiti tem forte queda

Publicado em

AGRONEGÓCIO

Cepea, 25/11/2022 – Apesar de os valores da lima ácida tahiti ainda estarem em patamares elevados, recuaram de forma expressiva nos últimos dias, de acordo com dados do Cepea. Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a variedade tem média de R$ 68,61/cx de 27 kg, colhida, recuo de 16,07% em comparação com a anterior. Esse cenário de baixa já era esperado por agentes consultados pelo Cepea, tendo em vista que o retorno das chuvas desde o encerramento de setembro tem favorecido o desenvolvimento da fruta. Porém, vale lembrar que a oferta de tahiti está abaixo do normal para esta época – houve concentração de produção no primeiro semestre, limitando a produtividade nesta segunda metade do ano. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

Leia Também:  AÇÚCAR/CEPEA: Indicador reage no encerramento do mês
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Estado responde por 57,5% das exportações brasileiras de milho na safra 2024/25

Publicados

em

Mato Grosso exportou 24,35 milhões de toneladas de milho na safra 2024/25 e manteve a liderança nacional nos embarques do cereal. O volume representa 57,48% de tudo o que foi vendido pelo Brasil ao mercado externo durante a temporada.

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e foram analisados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Na comparação com a safra anterior, as exportações mato-grossenses aumentaram 2,34%. O desempenho confirma o peso do Estado no comércio internacional de milho, sustentado pela produção em grande escala e pela procura de compradores estrangeiros.

Em todo o País, os embarques chegaram a 42,38 milhões de toneladas, crescimento de 11,88% sobre a temporada anterior. Mais da metade desse volume saiu de Mato Grosso.

O Egito foi o principal destino do milho mato-grossense na safra. O país comprou 5,43 milhões de toneladas, alta de 40,37% em relação ao ciclo anterior.

O Irã ficou na segunda posição, com a aquisição de 3,10 milhões de toneladas. O volume representa crescimento de 25,44% na comparação anual.

Leia Também:  ARROZ/CEPEA: Colheita está no fim, mas negociação segue lenta no RS

Na terceira colocação apareceu o Vietnã, que importou 2,76 milhões de toneladas. As compras do país recuaram 9,61%, mas o mercado vietnamita permaneceu entre os mais importantes para os produtores de Mato Grosso.

Juntos, Egito, Irã e Vietnã adquiriram 11,29 milhões de toneladas. A quantidade corresponde a 46,4% de todo o milho exportado pelo Estado na temporada.

Com o encerramento dos embarques referentes à safra 2024/25, a atenção do mercado se volta agora para o ciclo 2025/26. Segundo o Imea, as vendas da nova temporada devem ganhar força à medida que a colheita avançar nas principais regiões produtoras.

O ritmo das exportações dependerá do tamanho da produção, dos preços internacionais, da demanda dos países compradores e das condições de transporte até os portos. Mato Grosso, no entanto, inicia o novo ciclo mantendo a posição de principal origem do milho brasileiro vendido ao exterior.

Fonte: Pensar Agro

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA