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CITROS/CEPEA: Com procura fraca, liquidez é baixa para laranja e tahiti

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Cepea, 21/1/2022 – Produtores de cítricos relataram um mercado lento nas últimas semanas – tanto para a lima ácida tahiti quanto para a laranja –, sem grandes volumes de vendas, resultado da demanda enfraquecida. Além disso, colaboradores do Cepea observaram grande exigência de qualidade por parte dos compradores. No entanto, chuvas mais frequentes estão dificultando a manutenção do melhor padrão em algumas regiões. Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a laranja pera registrou média de R$ 36,70/cx de 40,8 kg, leve alta de 0,1% em relação à semana passada. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Exportações recordes de carnes movimentam mais de R$ 10 bilhões

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Santa Catarina alcançou o melhor resultado de sua história nas exportações de carnes nos cinco primeiros meses de 2026. Entre janeiro e maio, o estado embarcou 883,7 mil toneladas de proteínas animais, entre carne de frango, suína, bovina e outras aves, gerando receitas equivalentes a cerca de R$ 10,05 bilhões. O desempenho representa crescimento de 7,4% em volume e de 12,1% em faturamento em relação ao mesmo período do ano passado, consolidando o estado como uma das principais potências exportadoras do agronegócio brasileiro.

Os números refletem a força de uma cadeia que faz de Santa Catarina uma referência nacional em proteína animal. Líder brasileiro nas exportações de carne suína e um dos principais fornecedores de carne de frango do país, o estado abastece mais de 150 mercados internacionais, incluindo destinos altamente exigentes como Japão, China, Coreia do Sul, União Europeia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. A combinação entre sanidade animal, rastreabilidade e elevada tecnificação das propriedades tem garantido competitividade ao setor e ampliado a presença catarinense no comércio global.

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A carne de frango foi responsável pela maior parcela das receitas. Nos cinco primeiros meses do ano, Santa Catarina exportou 543,1 mil toneladas, com faturamento equivalente a aproximadamente R$ 5,75 bilhões. O volume embarcado cresceu 9,4% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto as receitas avançaram 13,5%. O resultado representa o maior valor já registrado para o período desde o início da série histórica, em 1997.

A suinocultura também alcançou números inéditos. As exportações de carne suína somaram 308,4 mil toneladas, gerando receitas próximas de R$ 3,86 bilhões, avanço de 3% em volume e de 6,3% em faturamento na comparação anual. O desempenho reforça a liderança catarinense nas vendas externas do produto e confirma a crescente demanda internacional pela proteína produzida no estado.

Por trás dos resultados está um patrimônio sanitário construído ao longo de décadas. Santa Catarina foi o primeiro estado brasileiro reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como área livre de febre aftosa sem vacinação, condição que abriu portas para mercados mais exigentes e de maior valor agregado. O estado também possui reconhecimento internacional como zona livre de peste suína clássica e apresenta alguns dos menores índices nacionais de doenças como brucelose e tuberculose bovina.

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Outro diferencial é a rastreabilidade animal. Santa Catarina foi pioneira no Brasil na identificação individual de bovinos e bubalinos, permitindo maior controle sanitário e mais transparência em toda a cadeia produtiva. Esse conjunto de fatores tem fortalecido a confiança dos importadores e ampliado a competitividade da produção catarinense.

Os resultados de 2026 reforçam a importância da proteína animal para a economia do estado e para o agronegócio nacional. Além de movimentar mais de R$ 10 bilhões em exportações em apenas cinco meses, a cadeia de carnes gera milhares de empregos, impulsiona cooperativas e agroindústrias e consolida Santa Catarina como uma das principais referências mundiais em produção de proteínas de origem animal.

Fonte: Pensar Agro

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