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CITROS/CEPEA: Com baixa procura, vendas e preço da laranja recuam; tahiti se valoriza

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Cepea, 29/4/2022 – A comercialização de laranjas ainda não se aqueceu no estado de São Paulo. Segundo colaboradores do Cepea, o período de fim de mês limitou a demanda, movimento típico para a época. Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a laranja pera teve média de R$ 40,09/cx de 40,8 kg, na árvore, queda de 3,99% em comparação com a anterior. A rubi fechou com média de R$ 34,06/cx, desvalorização de 3,0% na mesma comparação. A tangerina poncã também está com preços menores nesta semana. Segundo colaboradores do Cepea, a procura diminuiu e há restrição de qualidade, por conta da incidência de doenças fúngicas. A média parcial da semana fechou a R$ 41,30/cx de 27 kg, na árvore, queda de 13,24% frente à da semana passada. Já para a lima ácida tahiti, o cenário foi de leve valorização. A média parcial da semana fechou a R$ 16,02/cx de 27 kg, colhida, alta de 2,89% no comparativo semanal. Para esta variedade, a expectativa é de redução da oferta em maio – principalmente a partir da segunda quinzena –, o que tende a favorecer as cotações. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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Alta de invasões impulsiona campanha “Invasão Zero” e pressiona por lei mais dura

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) intensificou a reação às invasões de propriedades rurais com a campanha “Invasão Zero”, que reúne um conjunto de propostas legislativas e medidas de pressão institucional para endurecer o combate às ocupações no campo.

A iniciativa ganha força em meio ao aumento recente dos casos. Levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta 33 invasões registradas entre janeiro e meados de abril deste ano, sendo 14 apenas neste mês. Do total, 32 episódios foram atribuídos ou vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Para a bancada ruralista, o avanço das ocupações amplia a insegurança jurídica e afeta decisões de investimento no setor. A avaliação é de que o cenário pode comprometer a produção, sobretudo em regiões de fronteira agrícola, onde a expansão depende de maior previsibilidade institucional.

Como resposta, a FPA articula um pacote de projetos no Congresso. Entre eles está o Projeto de Lei 4.432/2023, que cria o Cadastro Nacional de Invasões de Propriedades (CNIP), com integração ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp). A proposta busca centralizar dados, facilitar a identificação de envolvidos e dar suporte às ações de segurança.

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Outro eixo da ofensiva é o endurecimento das penas. O Projeto de Lei 1.198/2023 propõe alterar o Código Penal para elevar a punição por esbulho possessório, hoje limitada a detenção de um a seis meses, para reclusão de quatro a oito anos, além de multa. Já o Projeto de Lei 6.612/2025 cria uma tipificação específica para invasões de propriedades rurais, com penas que podem chegar a dez anos, agravadas em casos de áreas produtivas ou ações coletivas.

No mesmo pacote, propostas buscam restringir o acesso de invasores a políticas públicas. Um dos textos em tramitação prevê a exclusão de ocupantes irregulares de programas de reforma agrária e o bloqueio temporário de crédito subsidiado, benefícios fiscais e contratos com o poder público.

A ofensiva legislativa ocorre em um contexto mais amplo de debate sobre a política fundiária. Dados do mostram que o Brasil tem cerca de 1,1 milhão de famílias assentadas, mas ainda enfrenta desafios estruturais na geração de renda e na integração produtiva dessas áreas. Para a FPA, a solução passa por tratar a reforma agrária como política técnica, com foco em infraestrutura, assistência e viabilidade econômica, e não por meio de ocupações.

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A campanha “Invasão Zero” deve orientar a atuação da bancada ao longo de 2026, com prioridade para projetos que ampliem a segurança jurídica no campo e estabeleçam regras mais rígidas para ocupações ilegais. O tema tende a ganhar espaço na agenda do Congresso, especialmente diante da pressão de produtores e entidades do setor.

Fonte: Pensar Agro

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