AGRONEGÓCIO
CEBOLA/CEPEA: Preços sobem com força em Ituporanga
AGRONEGÓCIO
Cepea, 26/4/2022 – A procura por cebolas cresceu em Ituporanga (SC) na última semana, principalmente antes do feriado do dia 21 (Dia de Tiradentes). E como os estoques estão diminuindo, os preços dos bulbos subiram. Segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, o clima adverso em outras regiões produtoras, como chuvas no Nordeste do País, também elevou as vendas da cebola catarinense. Além disso, há expectativa de que outros estados, como São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, comprem mais cebolas nos próximos dias para repor estoques. Assim, o preço na roça de Ituporanga subiu 45% na última semana (18 – 22) em relação à anterior (11 – 15), fechando o período com média de R$ 2,83/kg. Enquanto alguns produtores relataram certa dificuldade em vender os bulbos por esse preço, outros afirmaram que os compradores concordaram em pagar o valor pedido, visto que tanto o volume nacional quanto o da cebola argentina disponível no mercado brasileiro estão baixos. Fonte: Cepea/Hortifruti – www.hfbrasil.org.br
AGRONEGÓCIO
Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia
O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.
O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.
Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.
O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.
Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.
Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.
Fonte: Pensar Agro
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