CUIABÁ
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

CAFÉ/CEPEA: Cotações do arábica disparam no BR e no exterior

Publicado em

AGRONEGÓCIO

Cepea, 31/8/2022 – As cotações externas e, consequentemente, domésticas do café arábica dispararam nos últimos dias, impulsionadas por preocupações relacionadas à safra 2023/24. Nessa terça-feira, 30, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, posto na capital paulista, fechou a R$ 1.342,78/saca de 60 kg, aumento de 2,68% em relação à terça anterior, 23. No dia 26, especificamente, o Indicador atingiu R$ 1.351,64/sc, o maior patamar diário desde o dia 7 de julho. Segundo pesquisadores do Cepea, agentes nacionais e internacionais estão atentos às floradas precoces abertas nos últimos dias na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea (com exceção do Cerrado Mineiro) e a previsões indicando baixo volume de chuva para os próximos dias.  Isso porque as floradas podem abortar caso o clima seja, de fato, menos chuvoso, o que prejudicaria novamente a oferta de arábica do próximo ano. Para o robusta, os valores permaneceram estáveis na última semana. Nessa terça-feira, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima fechou a R$ 744,21/sc, elevação de 0,3% frente ao dia 23. Segundo pesquisadores do Cepea, a estabilidade dos preços está relacionada à retração de vendedores do spot – esses agentes estão à espera de novas altas das cotações para retornarem às negociações. Além disso, após permanecerem ativas em agosto, as indústrias de torrefação também se afastaram do mercado nos últimos dias. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Leia Também:  LEITE/CEPEA: Preço ao produtor fecha o 1º trimestre com alta de 9,3%

Fonte: CEPEA

Propaganda

AGRONEGÓCIO

IBGE revisa safra e reforça posição entre os maiores produtores do país

Publicados

em

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) elevou em 261,1 mil toneladas a estimativa para a produção agrícola do Paraná em 2026, colocando o estado entre os três maiores ajustes positivos do país no mês de maio. Com a revisão, o Paraná mantém a posição de segundo maior produtor brasileiro de cereais, leguminosas e oleaginosas, respondendo por 13,6% da safra nacional.

A nova projeção acompanha o cenário favorável da agricultura brasileira. Segundo o IBGE, o país deverá colher 350,4 milhões de toneladas de grãos em 2026, um dos maiores volumes da série histórica. Apenas Mato Grosso e Mato Grosso do Sul tiveram acréscimos superiores ao registrado pelo Paraná na comparação com o levantamento anterior.

A soja segue como principal cultura do estado, com produção estimada em 22 milhões de toneladas, volume 2,7% superior ao obtido em 2025. Já o milho de segunda safra, principal aposta dos produtores nesta temporada, teve a projeção elevada para 17,5 milhões de toneladas e representa cerca de 16% da produção nacional da safrinha.

Leia Também:  Feira Robustas Amazônicos deve movimentar R$ 40 milhões

Nas culturas de inverno, o Paraná continua liderando com folga a produção brasileira de cevada. A colheita está estimada em 552,6 mil toneladas, o equivalente a mais de 80% da produção nacional. A aveia também apresentou revisão positiva e deverá alcançar 256,5 mil toneladas, mantendo o estado entre os principais produtores do país.

Os números reforçam o protagonismo do agronegócio paranaense, sustentado pela diversificação das culturas e pelo elevado nível tecnológico das propriedades. Ao lado do Rio Grande do Sul, o Paraná é um dos pilares da produção agrícola da Região Sul, que responde por mais de um quarto da safra brasileira de grãos.

Fonte: Pensar Agro

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA