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BB lança linha de crédito de R$ 20 bilhões para renegociar dívidas rurais

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O Banco do Brasil lançou nesta terça-feira (21.10) uma nova linha de crédito destinada à renegociação de dívidas rurais, ampliando o acesso ao financiamento para produtores com compromissos superiores a R$ 3 milhões e que não foram contemplados por programas públicos recentes.

A iniciativa prevê a liberação de até R$ 20 bilhões em novos financiamentos, com opções de taxas pré-fixadas a partir de 16,6% ao ano e pós-fixadas a partir de CDI mais 2,9% ao ano. O público-alvo são produtores já habituados a operar com taxas de mercado, especialmente em municípios não atendidos por medidas provisórias anteriores.

Entre os diferenciais desta linha está a possibilidade de, no primeiro ano do contrato, pagar apenas os juros, evitando o acúmulo do saldo devedor principal. Na modalidade pós-fixada, o produtor pode se beneficiar de eventuais quedas da Selic dentro do prazo de até nove anos de operação, reduzindo o custo total do financiamento.

O Banco do Brasil informou que a avaliação das taxas finais considera fatores como o risco de crédito e as garantias oferecidas por cada cliente. Com esta medida, o objetivo institucional é ampliar o atendimento, fortalecer a sustentabilidade financeira do agro nacional e oferecer alternativas viáveis de regularização em um momento de desafios para o setor.

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Fonte: Pensar Agro

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Centro de inovação mira avanço da produção brasileira de azeite de oliva

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O Rio Grande do Sul, responsável por mais de 80% da produção brasileira de azeite de oliva, começou a estruturar um novo movimento para fortalecer tecnicamente a olivicultura nacional. A criação de um Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Olivicultura pretende ampliar estudos sobre adaptação climática, produtividade e qualidade dos azeites produzidos no estado, em uma tentativa de reduzir a instabilidade causada pelas variações do clima e consolidar a cadeia produtiva no país.

A iniciativa reúne universidades, governo estadual e produtores rurais em uma parceria articulada pelo Instituto Brasileiro de Olivicultura. O protocolo foi assinado durante a Abertura Oficial da Colheita da Oliva, realizada em Triunfo, e envolve a participação da Universidade Federal de Santa Maria, Universidade Federal de Pelotas, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, além de secretarias estaduais ligadas à inovação e agricultura.

O projeto surge em um momento de expansão da olivicultura brasileira, mas também de crescente preocupação com os efeitos climáticos sobre a produção. O Rio Grande do Sul concentra praticamente toda a produção comercial de azeite extravirgem do país, porém enfrenta oscilações frequentes de safra provocadas por estiagens, excesso de chuva, geadas e variações térmicas durante períodos críticos do desenvolvimento das oliveiras.

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Nos últimos anos, o estado ganhou reconhecimento internacional pela qualidade dos azeites produzidos localmente. Marcas gaúchas acumulam premiações em concursos internacionais, especialmente pela qualidade sensorial dos azeites extravirgens produzidos em regiões da Campanha, Serra do Sudeste e fronteira oeste gaúcha. Apesar disso, o setor ainda busca estabilidade produtiva para consolidar escala comercial.

A proposta do novo centro é justamente aproximar ciência e produção rural. A estrutura deverá atuar em pesquisas voltadas à adaptação de cultivares ao clima gaúcho, manejo de olivais, controle fitossanitário, qualidade industrial, certificação de origem e desenvolvimento de tecnologias capazes de aumentar produtividade e reduzir perdas.

Segundo lideranças do setor, um dos principais gargalos da olivicultura brasileira ainda está dentro da porteira. A produção nacional de azeite continua pequena frente ao consumo interno, que depende majoritariamente de importações vindas de países como Portugal, Espanha e Argentina. O Brasil consome mais de 100 milhões de litros de azeite por ano, enquanto a produção nacional representa apenas uma fração desse volume.

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Fonte: Pensar Agro

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