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Aprosoja-MT recebe Selo Carbono Neutro do Governo MT pelas ações na área de sustentabilidade

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Aprosoja-MT recebe Selo Carbono Neutro do Governo MT pelas ações na área de sustentabilidade

Diretor Zilto Donadello representou a entidade no evento realizado no Parque Mãe Bonifácia na manhã deste domingo (05), na abertura da Semana do Meio Ambiente

05/06/2022

As diversas ações realizadas pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) na área de sustentabilidade tiveram reconhecimento do Governo estadual, que conferiu à entidade o Selo Carbono Neutro MT, neste domingo (05.06), durante abertura da Semana do Meio Ambiente.

Para o diretor da Aprosoja-MT, Zilto Donadello, o certificado é importante para o reconhecimento nacional e internacional do trabalho realizado pelo produtor rural mato-grossense que não é vilão, ao contrário, vem fazendo seu dever de casa e é um dos que mais trabalha em prol da conservação ambiental no Brasil, com dados relevantes no mercado de ativos ambientais

“Desde o início da associação, em 2006, temos estudado e desenvolvido pesquisas sobre esse tema, entre os resultados obtidos temos que o nosso produtor fixa uma média de 1,6 tonelada de carbono por hectare na produção, já descontadas todas as emissões, portanto, é com orgulho que recebemos esse certificado”, disse o diretor.

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Zilto destacou que a legislação ambiental completou 10 anos este ano como um marco importante para o país e que Mato Grosso, além de ser um dos maiores produtores de alimentos do mundo, preserva 65% do seu território. “Temos o Código Florestal (lei nº 12.651/2012) mais severo do planeta, o que não vem nos impedindo de produzir seguindo todos parâmetros legais exigidos”.

A gerente de Sustentabilidade Socioambiental da Aprosoja-MT, Marlene Lima, explicou que entidade desenvolve ações há mais de 16 anos que visam conciliar as agendas de produção e conservação ambiental, um exemplo é o estudo do professor Drº da Universidade de São Paulo (USP), Carlos Eduardo Pellegrino Cerri, que buscou número referentes à emissão de carbono da porteira para dentro, isso em 2009.

“Os dados foram atualizados recentemente, entre 2020/2021, mostrando que o produtor mato-grossense trabalha de forma sustentável, e que existem ainda outros ativos a serem considerados, como a área florestal preservada, a área de pastagem nativa (que conta para o balanço do carbono) e o plantio direto, ou seja, nossas respostas à questão têm sido muito positivas”, explicou a responsável pela Coordenação de Sustentabilidade Socioambiental da Aprosoja-MT.

A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, frisou durante o evento que a entrega do selo simboliza a implementação de um dos programas mais estruturantes do Governo de Mato Grosso, que visa fazer enfrentamento às mudanças climáticas e que busca compatibilizar a produção rural com a sustentabilidade.  

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Selo Carbono Neutro MT – O Governo reconhece as iniciativas de pessoas físicas e jurídicas que contribuem com a meta de Mato Grosso de neutralizar as emissões de carbono até 2035, por meio da promoção do desenvolvimento sustentável. A Aprosoja-MT está entre as instituições que recebeu o certificado como apoiadora de ações. 

Ações de sustentabilidade – A Aprosoja-MT desenvolve várias iniciativas, entre elas, o Soja Legal, o Agro Cientista e o Guardião das Águas. No Soja legal, que nasceu em 2010 de uma demanda dos próprios associados, já fazem parte 1,6 mil propriedades rurais em todo Mato Grosso; já o Guardião das Águas, lançado em 2007, em Tapurah, conseguiu abranger (até abril deste ano) 45 municípios e levantar 79 mil nascentes, apontando que cerca de 95% delas estão em bom estado de conservação.

Fonte: Rose Domingues

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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China confirma foco de aftosa e abates na Rússia elevam alerta no mercado

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A confirmação de um foco de febre aftosa na China, somada ao abate de dezenas de milhares de bovinos na Rússia, colocou o mercado global de carne em estado de atenção. O cenário mistura fato sanitário confirmado com dúvidas sobre a real dimensão de problemas no rebanho russo, combinação que já começa a repercutir no comércio internacional.

O governo chinês confirmou casos da doença na região noroeste do país, próxima à fronteira russa, e classificou a cepa como altamente contagiosa. A resposta seguiu o protocolo sanitário: abate dos animais infectados, desinfecção das áreas e reforço no controle de fronteiras, incluindo restrições ao trânsito de gado.

Do lado russo, não há confirmação oficial de febre aftosa. As autoridades atribuem os casos a doenças como pasteurelose, mas o volume de medidas adotadas chama a atenção. Desde fevereiro, mais de 90 mil bovinos foram abatidos em diferentes regiões, com concentração na Sibéria. O número elevado e as restrições impostas em áreas rurais ampliam a desconfiança do mercado sobre a real natureza do problema.

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A reação já começa a aparecer no comércio. Países da região adotaram restrições à carne russa, movimento típico em situações de risco sanitário. O episódio ganha peso adicional porque a Rússia foi reconhecida recentemente pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa — condição essencial para manter exportações.

Para o mercado global, a combinação de foco confirmado na China e incerteza na Rússia eleva o risco de volatilidade nos preços e de redirecionamento de fluxos comerciais. Em situações desse tipo, importadores tendem a buscar fornecedores com maior previsibilidade sanitária.

É nesse ponto que o Brasil entra no radar. O país produz cerca de 10 milhões de toneladas de carne bovina por ano, é o 2º maior produtor mundial — atrás apenas dos Estados Unidos — e o maior exportador global, com embarques superiores a 3 milhões de toneladas anuais, principalmente para China, Estados Unidos e países do Oriente Médio. Sem registro de febre aftosa desde 2006, o país sustenta o acesso aos mercados com base em vigilância sanitária, rastreabilidade e controle de fronteiras

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No campo sanitário, mantém um histórico favorável: O último foco de febre aftosa no Brasil foi registrado em 2006, no Mato Grosso do Sul, e desde então o país avançou no controle da doença, com reconhecimento internacional de áreas livres e, mais recentemente, a retirada gradual da vacinação em alguns estados. Nesse contexto, episódios sanitários em concorrentes tendem a abrir espaço comercial, mas também aumentam a responsabilidade sobre vigilância, rastreabilidade e controle de fronteiras para preservar o acesso aos mercados.

Para o produtor brasileiro o impacto é direto. Qualquer instabilidade sanitária global influencia preço, demanda e fluxo de exportação. Para o produtor brasileiro, o momento exige atenção ao mercado internacional e reforça um ponto conhecido: sanidade animal continua sendo um dos principais ativos de competitividade do país.

Fonte: Pensar Agro

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