CUIABÁ
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Academia de Liderança abre inscrições para nova edição

Publicado em

AGRONEGÓCIO


Fortalecimento Institucional

Academia de Liderança abre inscrições para nova edição

A principal finalidade do treinamento é formar líderes para atuarem no setor de produção de alimentos

25/04/2022

As inscrições para a Academia de Liderança 2022 já estão disponíveis no site da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e seguem até o dia 05 de maio ou até completar as vagas disponíveis. A edição será dividida em quatro módulos que serão ministrados de junho a setembro.

Inspirada em iniciativas de formação de líderes realizadas por associações norte-americanas, a Academia de Liderança é um projeto da Aprosoja-MT que desde 2008 tem como objetivo formar os líderes da entidade, tornando-os capazes de com excelência representar a associação.

Ao todo serão 30 vagas. A Academia tem como público-alvo os associados, delegados e colaboradores da entidade que ainda não participaram de outra edição.

O primeiro módulo será sobre autoconhecimento e devolutiva MBTI e LEGO SERIOUS PLAY – Desenvolver alta performance em Gestão de Pessoas. No segundo módulo será abordada a apresentação sobre as áreas de marketing e comunicação da entidade. No terceiro módulo o destaque será Relações Governamentais. Por fim, o curso irá abordar assuntos de logística.

O vice-presidente da Aprosoja-MT e ex-aluno da Academia de Liderança, Lucas Costa Beber, considera o projeto um grande sucesso da entidade. Ele participou da edição de 2016 e aponta que a academia contribuiu para avanços nos negócios pessoais e na sua atuação dentro da entidade.

Leia Também:  Com inscrições abertas, Marcha já tem três mil inscritos

“Uma das primeiras coisas que aprendi foi o autoconhecimento para me desenvolver como líder e como compreender as expectativas das pessoas que eu lidero e irei liderar futuramente. O treinamento me ajudou a me desenvolver como líder nos meus negócios e como líder na entidade com os produtores e delegados”, disse.

As inscrições poderão ser feitas clicando aqui.

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

Publicados

em

Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

Leia Também:  Com inscrições abertas, Marcha já tem três mil inscritos

O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

Leia Também:  Na academia, Larissa Santos mostra o que faz para manter saúde: “Bumbum na nuca!”

Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA