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Câmara: PL obtém a maior bancada; federação PT-PCdoB-PV é a segunda força

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Assim como aconteceu no Senado, o PL conseguiu eleger nesse domingo de eleições gerais a maior bancada na Câmara dos Deputados. Para a próxima legislatura, o partido deverá ter 121 deputados, ou seja, 24 parlamentares a mais do que no pleito de 2022, o que representará 23,6% das 513 vagas. Os números mantém o partido como o de maior extensão na Casa.

A segunda maior bancada ficou com federação PT-PCdoB-PV, que obteve 88 cadeiras, com acréscimo de seis parlamentares eleitos na comparação com a última eleição. Desse total, 70 são do PT.

O União Progressista, que reúne os partidos União e PP, conquistou 87 vagas. No pleito anterior, eles obtiveram 105. Para 2027, o PSD terá 43 cadeiras, o Republicanos, 41, e o MDB, 36.

O índice de reeleição na Câmara foi de 58,67%, ou seja, 301 deputados voltarão a ocupar os gabinetes da Casa na próxima legislatura. Os dados são referentes aos parlamentares que também foram eleitos titulares em 2022. Já outros 183 eleitos se apresentarão para o primeiro mandato na Casa. Esse grupo representará 35,67% dos eleitos.

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Bancadas eleitas 2022 2026
PL    97 121
PT/PCdoB/PV  82 88
União/PP  105 87
PSD 42 43
Republicanos 40 41
MDB 41 36
Pode 20 27
PSB 15 15
PSol/Rede 15 15
PSDB/Cidadania 18 11
Novo 3 10
PRD/Solidariedade 12 7
PDT 16 6
Avante 7 5
Missão 0 1
Fonte: SGM/Câmara dos Deputados

Divisão de cadeiras

As vagas na Câmara dos Deputados são calculadas por meio do sistema proporcional. Cada estado tem direito a um número de deputados, que deve ser proporcional ao número de eleitores. São Paulo tem a maior bancada, com 70 cadeiras.

Na primeira fase, os candidatos são eleitos pelo quociente partidário. Inicialmente, define-se o quociente eleitoral, a partir da divisão da quantidade votos válidos pelo número de vagas a serem preenchidas. Depois define-se o quociente partidário, que é o total de votos de cada partido ou federação dividido pelo quociente eleitoral. São considerados apenas números inteiros.

Os partidos elegem seus candidatos mais votados, mas dentro do número de vagas que obtiveram. E cada candidato deve ainda garantir votos equivalentes a pelo menos 10% do quociente eleitoral. Em uma segunda fase, há ainda cadeiras remanescentes provenientes das sobras, que deverão ser preenchidas pelo cálculo de média de votos.

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Conheça aqui a lista dos 513 deputados eleitos e que deverão tomar posse em 1º de fevereiro de 2027.

Com informações da Agência Câmara

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Confira os partidos que conquistaram vagas na Câmara Legislativa

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Para eleger um deputado distrital, cada partido ou federação precisou de pelo menos 70.775 votos. Esse foi o quociente eleitoral das eleições para a 10ª legislatura da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), período de 2027 a 2030.

O Partido Liberal (PL) obteve o maior número de cadeiras. Foram cinco vagas, preenchidas pelos reeleitos Joaquim Roriz Neto, Roosevelt Vilela e João Cardoso e pelos estreantes Victor Jansen e André Kubitschek. Na atual legislatura (2023-2026), o PL tem quatro deputados na CLDF: os três reeleitos para distrital e Thiago Manzoni, eleito para deputado federal.

A segunda maior bancada da Câmara Legislativa será da Federação União Progressista, composta pelos partidos União Brasil e Progressistas (PP). O grupo político vai ocupar quatro cadeiras, com os reeleitos Eduardo Pedrosa (União), Pepa (PP) e Pastor Daniel de Castro (PP), além de Rôney Nemer (PP), que não é deputado atualmente, mas já exerceu o cargo em outras legislaturas, tanto na CLDF quanto na Câmara dos Deputados.

Partidos com 3 deputados

Em número de eleitos, estão empatados os partidos Republicanos, Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e a Federação Brasil da Esperança, composta pelo Partido dos Trabalhadores (PT), pelo Partido Verde (PV) e pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

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O Republicanos elegeu Estefane Sampaio e Renata Daguiar, que exercerão o primeiro mandato na CLDF, e reelegeu Martins Machado. A deputada republicana Doutora Jane não foi reeleita.

Já o MDB reelegeu Jaqueline Silva, Wellington Luiz e Hermeto. Na atual legislatura, o MDB conta com mais dois deputados distritais: Iolando, que não foi reeleito, e Daniel Donizet, que tentou uma vaga para deputado federal.

Por sua vez, a Federação Brasil da Esperança manteve a atual bancada do PT: foram reeleitos os deputados Chico Vigilante, Gabriel Magno e Ricardo Vale.

Demais vagas

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) continuou com duas cadeiras, com a estreia de Keka Bagno e a reeleição de Max Maciel, que se tornou o candidato mais votado da história da CLDF, com 92.234 votos.

O recorde anterior também era de um candidato do PSOL, quando o deputado distrital Fábio Felix se reelegeu com 51.792 votos em 2022. Nas eleições de 2026, Felix foi eleito para a Câmara dos Deputados.

Também conseguiu duas vagas o Partido Socialista Brasileiro (PSB), com o primeiro mandato de Múcio e a reeleição de Dayse Amarilio.

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Por fim, com uma vaga cada, o partido Podemos reelegeu Robério Negreiros e o Partido Social Democrático (PSD) reelegeu Rogério Morro da Cruz.

Quociente eleitoral

A quantidade de vagas para cada partido/federação é determinada por dois cálculos principais, o quociente eleitoral e o quociente partidário.

O quociente eleitoral é obtido pela divisão do número de votos válidos pela quantidade de cadeiras em disputa. Neste ano, as eleições para deputado distrital tiveram 1.698.609 votos válidos, o que dividido pelas 24 cadeiras da Câmara Legislativa equivale a um quociente eleitoral de 70.775 votos.

Depois disso, as vagas são distribuídas de acordo com o quociente partidário, que consiste na divisão do número de votos válidos de cada partido/federação pelo quociente eleitoral. Após essa etapa, geralmente ainda há vagas não preenchidas, que são distribuídas pelo cálculo das médias. Saiba mais sobre o assunto no site do Tribunal Regional Eleitoral.

Fonte: Câmara Legislativa – DF

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