CUIABÁ
Search
Close this search box.

POLITÍCA NACIONAL

CLDF celebra Dia da Habitação e destaca avanços da política habitacional no DF

Publicado em

POLITÍCA NACIONAL

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) celebrou, na noite desta segunda-feira (17), o Dia da Habitação, em sessão solene no plenário. Proposto pelo presidente da Casa, deputado Wellington Luiz (MDB), o evento reuniu autoridades, representantes de órgãos do governo do Distrito Federal e lideranças dos movimentos habitacionais.

A solenidade destacou a evolução das políticas habitacionais no DF, com foco na produção de moradias, na regularização fundiária e na parceria entre a Câmara Legislativa, a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e a Terracap.

Confira a cobertura fotográfica no Flickr da CLDF

Para Wellington Luiz, a habitação é essencial para a promoção da cidadania e da dignidade humana. “É um direito social fundamental assegurado pela Constituição Federal e constitui um dos principais pilares para a promoção da dignidade da pessoa humana, da inclusão social e da melhoria da qualidade de vida da população”, afirmou.

O parlamentar parabenizou os servidores presentes e ressaltou a importância do Dia da Habitação para discutir os desafios do setor e reconhecer o trabalho de instituições, profissionais e movimentos sociais que atuam na garantia do direito à moradia.

Leia Também:  Nova lei regulamenta produção e comércio de bioinsumos no país

Representando os movimentos habitacionais, Iohana Rodrigues dos Reis destacou o protagonismo das mulheres na luta por habitação e comemorou a conquista de espaço no Conselho Administrativo da Codhab. “Eu quero reverenciar o movimento habitacional, em especial as mulheres da habitação. São mulheres aguerridas, que estão na luta, que estão sempre à frente de todas as ações do movimento habitacional”, disse.

Convidado da sessão, o ex-jogador de futebol e ex-secretário nacional de Esporte Washington Cerqueira relacionou a moradia à dignidade humana. “É o Dia da Habitação, mas também é o dia da dignidade. O dia da vida. Porque quem tem habitação tem dignidade”, afirmou.

Foto: Sara Marques/Agência CLDF

O diretor de Comercialização da Terracap, Renato Leal, destacou o papel da companhia na destinação de áreas para projetos habitacionais e regularização fundiária. “Basicamente, o primeiro sonho de todos nós é exatamente ter onde morar”, ressaltou Leal. O Já o presidente da Codhab, Marcelo Fagundes Gomide, ressaltou que a revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) ampliou significativamente a oferta de áreas destinadas à habitação.

Leia Também:  Comissão que vai analisar MP sobre renovação da carteira de motorista é instalada e elege presidente e vice

O secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz, afirmou que os avanços obtidos nos últimos anos são resultado do fortalecimento das políticas de produção habitacional e regularização fundiária. Ele reiterou que a revisão do PDOT, aprovada ano passado na Câmara Legislativa, possibilitou novas áreas para moradia e vai permitir a expansão de projetos voltados à redução do déficit habitacional no DF.

De acordo com Vaz, “em 90 dias, a secretaria vai produzir, nas quatro áreas de oferta habitacional criadas com o PDOT, 10 mil moradias”.

Fonte: Câmara Legislativa – DF

Propaganda

POLITÍCA NACIONAL

Candidaturas femininas ao Senado crescem e chegam a todos os estados

Publicados

em

selo_eleicoes_claro.jpgO número de mulheres na disputa por uma vaga no Senado chegou a 69 nas eleições deste ano. O total supera o registrado nas duas eleições anteriores: em 2022, 58 mulheres se candidataram ao cargo e, em 2018, foram 62. Em 2026, 54 das 81 cadeiras do Senado estarão em disputa, com a eleição de dois representantes por estado e pelo Distrito Federal. 

Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram um crescimento de 19% no número de candidatas em relação às eleições de 2022. Na comparação com 2018, última eleição em que também foram renovados dois terços das cadeiras do Senado, o aumento é de 11,3% (veja ilustração abaixo).

Apesar do aumento de candidatas em números absolutos, a participação proporcional das mulheres na disputa não é a maior das últimas três eleições. Em 2026, elas representam 22% das candidaturas ao Senado, enquanto os homens correspondem a 78%. 

Em 2022, quando apenas um terço das cadeiras estava em disputa, as 58 candidatas representaram 23,9% do total. Já em 2018, as 62 mulheres correspondiam a 17,6% das candidaturas registradas ao Senado.

EstadosWhatsApp Image 2026-08-18 at 15.29.46.jpeg

As candidaturas femininas estão presentes nos 26 estados e no Distrito Federal. A maior quantidade está concentrada em três estados: Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo. Há cinco mulheres na disputa pelo Senado em cada um desses estados.

Leia Também:  Comissão aprova projeto que revoga três leis já superadas

Na outra ponta, Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Sergipe e Tocantins têm apenas uma mulher entre os candidatos ao Senado.

Apesar das diferenças entre as unidades da Federação, esta é a primeira vez, comparando os números desde 2014, que todos os estados têm ao menos uma candidata. Na eleição de 2018, por exemplo, Acre, Bahia e Tocantins não tinham mulheres na disputa pelo Senado.

Regra dos 30%

Mesmo com apenas 22% de candidaturas femininas ao Senado este ano, o percentual está de acordo com a cota de gênero prevista na legislação eleitoral. Cada partido ou federação deve preencher o mínimo de 30% e o máximo de 70% das candidaturas com pessoas de cada gênero. Entretanto, isso vale apenas para eleições para deputados federais, estaduais e distritais (eleições proporcionais). Para o Senado (eleição majoritária), a regra não se aplica.

As campanhas femininas, no entanto, seguem regras específicas de financiamento eleitoral. A Constituição Federal determina que os partidos devem destinar, no mínimo, 30% dos recursos de campanha e do tempo de rádio e TV às mulheres. Além disso, se a proporção de candidatas for superior a 30%, a distribuição do dinheiro e do tempo de rádio e TV deve acompanhar esse percentual.

Leia Também:  Comissão aprova projeto que exige uniforme de seleções oficiais nas cores da bandeira nacional

Reeleição

Atualmente a bancada feminina é composta por 15 senadoras. Entre as candidatas deste ano, quatro senadoras eleitas em 2018 buscam permanecer na Casa por mais oito anos: Leila Barros (PDT-DF), Eliziane Gama (PSD-MA), Soraya Thronicke (PSB-MS) e Zenaide Maia (PSD-RN).

Também está na disputa Margareth Buzetti, de Mato Grosso. Suplente na chapa eleita em 2018, ela assumiu o mandato no decorrer da atual legislatura e agora disputa o cargo como titular. 

De volta ao Senado

Entre as candidatas também estão mulheres que já exerceram mandato em legislaturas anteriores e tentam retornar ao Senado. Entre elas estão Rose de Freitas (MDB-ES), Roseana Sarney (MDB-MA), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Benedita da Silva (PT-RJ), Marina Silva (Rede-SP) e Simone Tebet (PSB-SP).

Rose de Freitas e Simone Tebet exerceram mandatos entre 2015 e 2023. Gleisi Hoffmann representou o Paraná no Senado entre 2011 e 2019.

Roseana Sarney foi senadora pelo Maranhão entre 2003 e 2011, período em que deixou o mandato para assumir o governo estadual. Benedita da Silva representou o Rio de Janeiro no Senado na década de 1990. Marina Silva exerceu dois mandatos consecutivos pelo Acre, de 1995 a 2011. Neste ano, no entanto, disputa uma das vagas por São Paulo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA