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Da carta ao aplicativo: como a tecnologia transformou a forma de enviar e receber mensagens no Brasil

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Quem faz parte das gerações mais jovens talvez não imagine, mas enviar uma mensagem nem sempre foi uma questão de segundos. Durante séculos, a carta foi uma das principais formas de comunicação à distância, carregando histórias, documentos, notícias e até romances.

Para enviar uma carta, era preciso colocar as palavras no papel, dobrar, selar o envelope e entregar a correspondência a um mensageiro. Dependendo do percurso, poderiam ser necessários meses ou até anos para que a mensagem chegasse ao destinatário.

No Brasil, o envio de correspondências foi estruturado em 1663, com a criação do serviço postal. Mais tarde, em 1843, o lançamento dos selos postais facilitou e ajudou a padronizar o envio de cartas, contribuindo para a organização do serviço.

Em 1852, com a implantação do telégrafo elétrico no Brasil, surgiu uma nova forma de enviar mensagens à distância: o telegrama. Pela primeira vez, a informação podia viajar por sinais elétricos, sem que fosse necessário transportar fisicamente uma carta.

Alguns anos depois, em 1880, os cartões-postais, também chamados de bilhetes-postais à época, passaram a oferecer outra forma de enviar mensagens. Mais simples e curtos do que as cartas, eles combinavam palavras e imagens, levando fotografias de cidades, paisagens e monumentos acompanhadas de pequenas mensagens.

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Ao longo do século XX, novas formas de comunicação foram incorporadas e tornaram cada vez mais rápido o caminho entre quem enviava e quem recebia uma mensagem. Com a chegada da internet e dos computadores, o e-mail permitiu o envio quase instantâneo de textos e documentos. Depois, o SMS levou as mensagens de texto para os celulares, enquanto fotos, vídeos e outros arquivos passaram a fazer parte das conversas.

Mais recentemente, os aplicativos de mensagens transformaram as conversas em experiências contínuas e instantâneas. A mensagem é enviada, recebida e, muitas vezes, respondida em questão de segundos. Textos, áudios, imagens, figurinhas, GIFs, vídeos, documentos e chamadas de voz e de vídeo passaram a ocupar o mesmo espaço.

A tecnologia mudou o caminho percorrido pela mensagem, mas a necessidade permanece a mesma: fazer uma informação, uma notícia, uma lembrança ou um simples “olá” chegar até alguém.

Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

Fonte: Ministério das Comunicações

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Nota á Imprensa

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O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio do Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH), acionou o Programa Estadual de Proteção de Minas Gerais para adoção das providências necessárias à proteção da deputada federal eleita Ana Elisa Santos Silva (PT-MG) em razão das ameaças por ela sofridas durante o período eleitoral.

As equipes do Programa Estadual de Minas Gerais e do Programa Federal atuarão de forma articulada na avaliação e no acompanhamento do caso.

O MDHC também solicitou apoio à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais, responsável pelo programa estadual, para a análise de risco, articulação com os órgãos de inteligência policial e encaminhamento de providências para a investigação e identificação dos responsáveis pelas ameaças.

Por razões de segurança e para preservar a integridade da deputada federal eleita, informações sobre medidas de proteção adotadas ou em avaliação não serão divulgadas.

Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

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