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Defesa participa de diálogo sobre descarbonização do transporte marítimo

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Brasília (DF), 4/8/2026 – O Ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, participou, nesta terça-feira (4), de diálogo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre descarbonização do transporte marítimo. O evento, realizado em Brasília (DF), contou com a participação do Comandante da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, além de representantes do governo, da indústria, do setor marítimo e da cadeia de biocombustíveis.

Na ocasião, especialistas, representantes das indústrias e setor produtivo discutiram temas relacionados ao uso do combustível etanol nas embarcações e a redução das emissões de carbono no transporte marítimo. Também foram debatidos aspectos relacionados à competitividade da indústria nacional, à inovação tecnológica e à participação do Brasil nas cadeias globais de comércio.

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Durante o evento, o Ministro José Mucio observou que a busca por alternativas energéticas para a navegação integra as discussões internacionais sobre redução de emissões. “Precisamos encontrar alternativas ao uso desse combustível no sentido de reduzir a pegada de carbono nesse modal de transporte e, consequentemente, diminuir a emissão de carbono diretamente na atmosfera”, afirmou.

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As discussões abordaram ainda o processo de descarbonização conduzido no âmbito da Organização Marítima Internacional (IMO), organismo responsável pela definição de normas globais para o transporte marítimo. Os participantes discutiram propostas e aspectos regulatórios relacionados às normas nacionais e internacionais voltadas à redução das emissões de gases de efeito estufa no setor marítimo.

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De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o transporte marítimo responde por cerca de 96% das mercadorias brasileiras comercializadas com o exterior, considerando o volume transportado. Segundo a entidade, as discussões conduzidas no âmbito da IMO podem influenciar futuras normas internacionais relacionadas à descarbonização da navegação, com impactos sobre a competitividade do comércio exterior brasileiro.

Por Daniel Lima
Fotos: Érico Alves

Assessoria Especial de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
(61) 3312-4070

Fonte: Ministério da Defesa

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Computação em nuvem: tecnologia permite armazenar dados e acessar serviços pela internet

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Arquivos, fotos, documentos, mensagens e outros conteúdos digitais podem ser armazenados diretamente em computadores e celulares ou em servidores acessados pela internet. Quando dados e recursos de processamento são disponibilizados remotamente, por meio da internet, estamos falando de computação em nuvem.

Mas, afinal, o que isso significa?

Nuvem é uma forma de se referir a uma infraestrutura de servidores conectados à internet, geralmente instalados em grandes centros de processamento de dados. Essa estrutura permite armazenar informações, processar dados e disponibilizar aplicações e serviços que podem ser acessados de diferentes dispositivos.

Em vez de depender exclusivamente da capacidade de armazenamento e processamento do próprio equipamento, o usuário pode utilizar recursos disponibilizados por servidores remotos.

Como funciona?

Na prática, quando um arquivo é enviado para a nuvem, os dados são transmitidos pela internet até os servidores responsáveis por armazená-los. Quando o conteúdo é solicitado novamente, os dados são enviados de volta ao dispositivo para que possam ser acessados pelo usuário.

A computação em nuvem vai além do armazenamento. Servidores remotos também podem executar aplicações, processar informações, manter bancos de dados e disponibilizar diferentes serviços pela internet.

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Armazenamento local ou na nuvem?

No armazenamento local, o arquivo fica guardado no próprio dispositivo, como computador, celular, HD, SSD ou pendrive. Nesse caso, o acesso depende daquele equipamento ou de uma cópia física do conteúdo.

No armazenamento em nuvem, os dados são mantidos em servidores remotos e podem ser acessados pela internet, conforme as condições e permissões do serviço. É o que ocorre, por exemplo, quando uma pessoa salva uma foto em um serviço de armazenamento em nuvem e depois consegue acessá-la em outro celular ou computador.

Infraestrutura para a nuvem

Apesar do nome, a nuvem não é um espaço virtual sem infraestrutura física. Por trás desses serviços estão os data centers, que reúnem servidores, equipamentos de armazenamento e redes de comunicação, além de sistemas de energia, refrigeração e segurança.

Essa infraestrutura permite armazenar grandes volumes de dados e disponibilizar capacidade de processamento de acordo com a demanda dos serviços.

Nuvem na prática

A computação em nuvem está presente em diversas atividades cotidianas, como o armazenamento e a sincronização de fotos e documentos, serviços de e-mail, reprodução de músicas e vídeos pela internet, aplicativos de mapas e diferentes sistemas e aplicações digitais.

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A tecnologia também pode ser utilizada para cópias de segurança de fotos, contatos e documentos. Em caso de perda, dano ou furto de um celular, por exemplo, os arquivos que foram sincronizados com um serviço de nuvem podem continuar disponíveis para recuperação em outro dispositivo, conforme as condições de acesso do serviço.

Entenda as diferenças

Armazenamento local: o arquivo fica guardado em um computador, celular, HD, SSD ou outro dispositivo físico.

Armazenamento em nuvem: o arquivo é mantido em servidores remotos e pode ser acessado pela internet, conforme as condições e permissões do serviço.

Computação em nuvem: conceito mais amplo, que inclui armazenamento, processamento de dados, execução de aplicações, bancos de dados e outros recursos disponibilizados remotamente.

Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

Fonte: Ministério das Comunicações

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