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TV Câmara Distrital lança terceira edição do programa “Quem faz Brasília” 

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O programa “Quem faz Brasília”, produção da TV Câmara Distrital, propõe um mergulho na identidade da capital federal, deslocando o foco dos palácios de poder para as pessoas que, no cotidiano, sustentam, transformam e dão vida à cidade. A intenção é humanizar a imagem de Brasília ao revelar trajetórias de profissionais, cientistas, empreendedores e líderes que raramente ganham visibilidade.

Para Saulo Diniz, chefe da TV Câmara Distrital, o programa fortalece o vínculo entre o canal legislativo e a comunidade: “O ‘Quem Faz Brasília’ valoriza as personalidades que são o verdadeiro destaque da nossa capital. Queremos mostrar que Brasília é feita de gente que transforma vidas, oferecendo o protagonismo a quem dedica seu talento e esforço para o desenvolvimento da nossa cidade. É um reconhecimento necessário à força humana que sustenta o DF”, afirma Diniz.

Apresentado por Michele Castro, o “Quem Faz Brasília” traz um formato dinâmico que conecta o telespectador às trajetórias de quem constrói a história do Distrito Federal.

Terceira edição

O episódio traz a história de Marta Fagundes, proprietária do Cine Drive-In há mais de quatro décadas. Aos 15 anos, Marta começou a trabalhar ao lado do pai Jair Fagundes, tornou-se gerente, administradora e atualmente é proprietária do empreendimento. Inaugurado em 25 de agosto de 1973, o Cine Drive-In é o mais antigo do Brasil, e único da América Latina em funcionamento contínuo.

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Em 2017, o Cine Drive-in foi tombado como patrimônio cultural e material do Distrito Federal. Além de contar com mais de seis mil visitantes mensais, o cinema a céu aberto é considerado um dos principais pontos culturais do Distrito Federal, atraindo moradores e visitantes de outras regiões em busca de uma experiência única de lazer.

Serviço

O quê: Terceira edição do programa “Quem Faz Brasília”

Quando: aos sábados (13h30), domingos (9h), segundas (22h20) e quintas (9h) – canal aberto (9.3), Vivo (9) e Claro (11) – ou no canal da TV Câmara Distrital no YouTube.

Fonte: Câmara Legislativa – DF

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POLITÍCA NACIONAL

Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais

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O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).

Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real.

O projeto de lei prevê ainda:

  • a utilização complementar de recursos de realidade aumentada;
  • a adoção de padrões de interoperabilidade; e
  • a observância da legislação de proteção de dados pessoais.

A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União.

Autonomia
Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores.

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A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento.

O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica.

“O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia”, afirma Aihara.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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Fonte: Câmara dos Deputados

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