POLITÍCA NACIONAL
Comissão discute demandas de trabalhadores assalariados rurais
POLITÍCA NACIONAL
A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados promove, na terça-feira (26), audiência pública para discutir as demandas dos trabalhadores rurais assalariados.
A reunião será realizada às 16h30, em plenário a ser definido.
O debate atende a pedido do deputado Bohn Gass (PT-RS). Segundo ele, o Brasil tem hoje 4 milhões de trabalhadores rurais assalariados, responsáveis por garantir que a comida chegue à mesa dos brasileiros e por contribuir para o avanço do setor agropecuário.
Entre os temas que devem ser abordados na audiência estão:
- saúde e segurança no trabalho;
- combate ao trabalho análogo à escravidão;
- redução da informalidade;
- valorização da remuneração;
- igualdade de gênero e raça; e
- fortalecimento da negociação coletiva.
O deputado informa, ainda, que a Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados e Assalariadas Rurais (Contar) deverá apresentar um documento com um resumo desses temas.
“O debate permitirá o aprofundamento do diálogo entre o Parlamento e os representantes dos trabalhadores, do poder público e de entidades da sociedade civil, qualificando o processo legislativo e fortalecendo a construção de soluções para os desafios do mercado de trabalho rural”, afirma Bohn Gass.
Da Redação – MO
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Comissão aprova direito de advogada gestante, lactante ou adotante de adiar audiências e julgamentos
A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2237/24, que garante à advogada gestante, lactante ou adotante o direito de adiar audiências ou sessões de julgamento. O benefício é voltado para casos em que a profissional seja a única advogada responsável pelo processo.
A proposta, da deputada Natália Bonavides (PT-RN), altera o Código de Processo Civil. O objetivo é assegurar condições de trabalho adequadas para as advogadas, protegendo seus direitos reprodutivos e promovendo a igualdade de gênero no ambiente jurídico. De acordo com a autora, a legislação atual nem sempre é suficiente para garantir o adiamento em situações de gravidez ou parto.
A relatora, deputada Jack Rocha (PT-ES), recomendou a aprovação do projeto. “A proposição fortalece a proteção dos direitos das mulheres advogadas, em especial no que diz respeito à maternidade, conciliando o exercício da profissão com o direito de vivenciar a gestação e os cuidados iniciais com a criança recém-nascida”, afirmou.
Jack Rocha também ressaltou o papel social da proposta no combate à desigualdade. Ela disse que o projeto contribui para combater práticas discriminatórias e para criar condições mais justas de atuação no campo profissional.
Próximos passos
A proposta segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O projeto tramita em caráter conclusivo e, se for aprovado pelas comissões, poderá seguir diretamente para o Senado sem passar pelo Plenário da Câmara, a menos que haja pedido para isso.
Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, depois, ser sancionado pela presidência da República.
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Marcia Becker
Fonte: Câmara dos Deputados
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