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A grandeza de Mato Grosso nasce da força do seu povo

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Parabenizar Mato Grosso pelos seus 278 anos é muito mais do que homenagear um estado. É reconhecer a força de um povo que construiu uma das terras mais importantes do Brasil por meio do trabalho, da coragem e da perseverança.

Mato Grosso se destaca para o país e para o mundo pela força do agronegócio, pela capacidade de produção, pelo desenvolvimento e pela geração de oportunidades. Uma terra que orgulha seu povo e contribui diretamente para movimentar a economia brasileira.

Mas toda essa potência só existe por causa da sua maior riqueza: as pessoas.

Homens e mulheres que acordam cedo todos os dias para trabalhar e ajudar no crescimento do nosso estado. O produtor rural, o servidor público, o trabalhador da cidade, o gari, a professora, o advogado, o médico e tantos outros que, de forma silenciosa, lutam diariamente para sustentar suas famílias e construir uma vida melhor.

Talvez por também ter vindo de uma história simples e marcada pela luta, aprendi desde cedo o valor do trabalho e a importância de reconhecer pessoas que, muitas vezes, acabam invisibilizadas, mas que têm papel fundamental no desenvolvimento de Mato Grosso.

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É justamente por isso que tenho tanto orgulho de representar esse povo. Um povo que confiou em mim e acreditou que, juntos, podemos construir um Mato Grosso ainda mais forte, acolhedor, desenvolvido e cheio de oportunidades.

Parabéns ao nosso estado e, principalmente, a cada mato-grossense que ajuda a construir esta terra todos os dias. Contem comigo!

*Fabio Tardin é deputado estadual por Mato Grosso

Fonte: ALMT – MT

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CPI da Saúde ouve procurador-geral e empresária investigada por contratos da pandemia

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) ouviu, nesta quarta-feira (8), o procurador-geral do Estado, Francisco de Assis da Silva Lopes, e a médica e empresária Virgínia Scaff Gonçalves Grassani Silva, investigada por contratos firmados com a Secretaria de Estado de Saúde (SES) durante a pandemia da Covid-19. Enquanto o procurador respondeu aos questionamentos da relatoria da comissão, a empresária exerceu o direito constitucional ao silêncio em relação às perguntas realizadas pela relatoria da comissão.

Durante o depoimento, Francisco de Assis afirmou que a PGE exerce o controle prévio de legalidade dos processos administrativos, mas não tem competência para fiscalizar a execução dos contratos firmados pela administração pública. Segundo ele, cabe à PGE emitir pareceres jurídicos antes da formalização das contratações, enquanto a fiscalização posterior compete aos órgãos de controle interno e externo. Questionado sobre informações apresentadas pela comissão relativas a pagamentos realizados sem cobertura contratual, afirmou desconhecer os dados.

Na sequência, a comissão ouviu a médica e empresária Virgínia Scaff Gonçalves Grassani Silva. Convocada na condição de investigada, ela compareceu acompanhada por advogado e optou por exercer o direito ao silêncio, garantia assegurada pela Constituição Federal.

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Ao avaliar os depoimentos, a relatoria da CPI da Saúde informou que a equipe técnica fará o cruzamento das informações prestadas durante as oitivas com a documentação reunida ao longo da investigação, subsidiando a elaboração do relatório final da comissão.

A relatoria também informou que irá aprofundar a apuração sobre uma tentativa de ataque cibernético aos sistemas da Secretaria de Estado de Saúde, mencionada durante o depoimento do procurador-geral. Conforme informado à comissão, o caso foi comunicado às autoridades competentes e a CPI aguarda informações da Polícia Federal para dar continuidade às investigações.

Investigação – A convocação da médica e empresária Virgínia Scaff está relacionada aos contratos firmados entre a empresa V. Scaff Gonçalves & Cia Ltda., conhecida como Clínica Rostey, e a Secretaria de Estado de Saúde (SES) para a disponibilização de 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto no Hospital Regional de Cáceres durante a pandemia da Covid-19.

Os contratos, superiores a R$ 4,2 milhões, são investigados por suspeitas de irregularidades. Conforme apurado pela CPI, a empresa, registrada como clínica de dermatologia e estética, não possuía experiência comprovada na gestão de UTIs. Relatórios da Controladoria Geral da União (CGU) também apontam indícios de fraude na dispensa de licitação.

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Ao encerrar a reunião, a relatoria da CPI da Saúde informou que o Plenário da Assembleia Legislativa aprovou a prorrogação dos trabalhos da comissão por mais 180 dias. Também foi aprovada a convocação do médico Luiz Wagner Silveira Golembiowski para prestar esclarecimentos sobre os fatos investigados.

Fonte: ALMT – MT

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