VÁRZEA GRANDE
Operação “Céu Azul” apreende linha chilena com adolescentes em Várzea Grande
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No início da tarde desta quarta-feira (6), por volta das 14h30, o Centro Integrado de Inteligência Municipal de Segurança de Várzea Grande identificou, por meio de câmeras de monitoramento, dois adolescentes soltando pipa nas proximidades da Avenida Alzira Santana.
Diante da situação, uma equipe da Guarda Municipal foi acionada e se deslocou até o local. Ao chegarem, os jovens, de 13 e 16 anos, já haviam interrompido a atividade. No entanto, os agentes constataram que eles ainda estavam de posse do material utilizado, incluindo linha chilena — conhecida pelo alto poder de corte e pelo risco que representa à vida.
Os adolescentes foram orientados pelos guardas, e o material apreendido.
De acordo com o comandante da Guarda Municipal, Juliano Lemos, a ação integra a operação “Céu Azul”, intensificada no município com o objetivo de coibir o uso de linhas cortantes durante a prática de soltar pipas.
“O ato de soltar pipa é permitido, desde que não haja o uso de linhas ou materiais cortantes, que colocam em risco a vida de outras pessoas, especialmente ciclistas, motociclistas e pedestres”, destacou o comandante.
A Guarda Municipal segue reforçando a fiscalização, principalmente aos fins de semana, com monitoramento constante para inibir práticas perigosas.
O comandante também reforça que a segurança da população é prioridade e orienta que denúncias sejam feitas pelo telefone 153. “Ao perceberem pessoas soltando pipas, iremos até o local verificar se estão utilizando linhas cortantes”, concluiu.
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VÁRZEA GRANDE
Prefeita apoia moradores de área com risco de despejo em Várzea Grande
A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), participou, no início da noite desta quarta-feira (6), de uma reunião com moradores do bairro Princesinha do Sol para discutir a situação de cerca de 700 famílias que vivem na área e enfrentam uma ação de reintegração de posse, com prazo judicial de 60 dias para desocupação.
O encontro foi convocado pela presidente da comunidade, Diva Barão, após os moradores serem surpreendidos pela decisão judicial envolvendo a área, ocupada há mais de 20 anos. Também participaram da reunião o procurador-geral do município, Maurício Magalhães, a secretária de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, Manoela Rondon, a chefe de gabinete, Ana Helena, e o comandante da Guarda Municipal, Juliano Lemos.
Durante a reunião, a prefeita reafirmou o posicionamento da gestão municipal em defesa das famílias e informou que determinou ao procurador-geral que o Município se manifeste no processo como terceiro interessado.
“Não vamos deixar essas famílias desamparadas. Pedi ao procurador Maurício Magalhães que o Município se manifeste no processo para defender a permanência dos moradores e buscar uma solução legal e justa para todos”, afirmou Flávia Moretti.
A prefeita destacou ainda que o bairro Princesinha do Sol já estava incluído, desde 2025, no projeto de Regularização Fundiária Urbana (Reurb), formalizado neste ano pelo município. Segundo ela, além da discussão sobre eventual indenização ao suposto proprietário da área, também é necessário considerar os investimentos públicos já existentes ou previstos para a região.
“Dentro do processo de Reurb, também é preciso considerar a indenização das áreas destinadas a equipamentos públicos, como escola, posto de saúde e demais estruturas essenciais para atender a população”, pontuou.
O procurador-geral do município, Maurício Magalhães, explicou os aspectos técnicos da ação judicial e ressaltou que a Prefeitura não havia sido intimada oficialmente até o momento.
“O Município nunca foi intimado nesta ação. Agora, vamos acompanhar o caso de perto e recorrer dentro das possibilidades legais para garantir os direitos da comunidade”, declarou.
Conforme informado durante a reunião, o advogado dos moradores conseguiu na Justiça a suspensão temporária da ordem de desocupação.
A presidente da comunidade, Diva Barão, destacou a mobilização dos moradores em busca de apoio jurídico e institucional diante da insegurança enfrentada pelas famílias.
“Os moradores ficaram assustados com a notícia de que teriam apenas 60 dias para sair daqui. São famílias em situação de vulnerabilidade social, muitas vivendo aqui há décadas. A presença da prefeita e a entrada do Município no processo como terceiro interessado são muito importantes para nossa comunidade”, afirmou.
A prefeita garantiu que continuará acompanhando o caso de perto, participando das reuniões e prestando apoio aos moradores, dentro dos limites legais, para a construção de uma solução para o conflito fundiário.
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