VÁRZEA GRANDE
Eleição do Conselho da Mulher será no dia 9 de abril, em Várzea Grande
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O CMDM é um órgão colegiado que atua na formulação, fiscalização e acompanhamento de políticas públicas voltadas à promoção, proteção e defesa dos direitos das mulheres no município
Sete entidades da sociedade civil se inscreveram para disputar as eleições do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Várzea Grande (CMDM-VG) para o biênio 2026–2028. A conferência da documentação necessária para homologação das candidaturas foi realizada ontem, 31 de março.
O CMDM é um órgão colegiado que atua na formulação, fiscalização e acompanhamento de políticas públicas voltadas à promoção, proteção e defesa dos direitos das mulheres no município.
O conselho é composto por representantes da sociedade civil e do poder público, sendo seis entidades não governamentais e sete governamentais. Ao todo, são 12 conselheiras não governamentais (entre titulares e suplentes) e 14 governamentais.
A eleição ocorrerá no próximo dia 9 de abril, às 16h, no auditório do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), localizado na Avenida Castelo Branco, no bairro Água Limpa, em Várzea Grande. O processo será presencial e poderão votar as entidades habilitadas.
Serão eleitas representantes da sociedade civil para compor o colegiado durante o biênio 2026–2028. A participação das entidades é fundamental para o fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres no Município.
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Prefeitura de Várzea Grande e BPW promovem Open Talk e debatem igualdade de direitos entre homens e mulheres
A Prefeitura de Várzea Grande, em parceria com a BPW Várzea Grande (Business Professional Women), realizou nesta segunda-feira (08.06) o evento “Open Talk – Trabalho Igual, Salário Igual”.
Durante o encontro, foram apresentadas sugestões de ações que poderão ser desenvolvidas pelo Município, entre elas: promover iniciativas educativas voltadas à equidade de gênero; criar programas de incentivo à contratação de mulheres, especialmente para o primeiro emprego; fortalecer projetos de formação de lideranças femininas; e desenvolver ações voltadas à educação de meninos e jovens para uma cultura de respeito, equidade e valorização das mulheres.
Conforme a prefeita Flávia Moretti (PL), a proposta é ampliar o diálogo sobre a equidade salarial entre mulheres e homens, reunindo lideranças femininas, representantes do poder público, profissionais de diversas áreas e integrantes da sociedade civil para discutir desafios, avanços e oportunidades relacionados à valorização do trabalho e à igualdade de remuneração.
“Estamos falando de igualdade de direitos. As mulheres não querem ser superiores aos homens; queremos apenas igualdade de oportunidades, direitos e condições. Precisamos debater os avanços conquistados, os desafios que ainda existem e, principalmente, como podemos construir ambientes de trabalho cada vez mais justos”, afirmou a prefeita.
A secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Fabyane Nagazawa, destacou que o encontro proporcionou um espaço de diálogo e troca de experiências entre lideranças femininas, representantes do poder público, profissionais de diversas áreas e integrantes da sociedade civil.
“A reunião foi realizada para incentivar a troca de experiências entre os participantes. Discutimos desafios, legislações, avanços e oportunidades relacionados à valorização do trabalho e à igualdade de remuneração”, pontuou a secretária.
A presidente-fundadora da BPW Várzea Grande, Sônia Mazetto, ressaltou que a união entre as mulheres pode contribuir para transformar essa realidade.
“Acredito que a construção de uma sociedade mais justa depende da atuação conjunta do poder público e da sociedade. Promover a igualdade salarial também significa ampliar oportunidades, fortalecer lideranças femininas, incentivar redes de apoio e garantir que mais mulheres ocupem espaços de poder e decisão, com voz ativa e autonomia”, declarou.
A secretária municipal de Assuntos Estratégicos, Ina de Maria, observou que a desigualdade salarial é reflexo de uma construção histórica e cultural.
“Os homens são mais unidos e possuem uma rede de apoio maior. Há também a questão cultural: nossas avós e mães foram criadas em uma realidade diferente. Estamos quebrando essas barreiras e precisamos educar nossos filhos para essa nova realidade”, destacou.
Participaram do Open Talk a chefe de gabinete da prefeita, Ana Helena Paroli; a empresária Isabela Cortese Mancini; a advogada Fernanda Vaucher; a gestora de marketing Carmem Lúcia; a secretária municipal de Assistência Social, Cristina Saito; a subsecretária de Assistência Social, Taynara Morais; a assessora especial Rachel Galesso; a empresária Thaís Cunha; a presidente do projeto Mulheres do Bem, Cristiane Fátima; a advogada Alexandra Nogueira; o advogado Eduardo Manzeppi; além de Odete Ferreira e Mauriem Alves.
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