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Prefeitura de Cuiabá já fez quase mil implantes de anticoncepcional nas unidades de saúde

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), já realizou 862 inserções de implantes contraceptivos nas Unidades de Saúde da Família (USFs) desde o início de 2026. A ampliação do serviço fortalece o acesso das mulheres cuiabanas a um método moderno, seguro e de longa duração para o planejamento reprodutivo. A previsão é que o dado chegue a mil mulheres beneficiadas ao final de março.

Atualmente, todas as 70 Unidades de Saúde da Família do município estão aptas a ofertar o acesso ao implante contraceptivo, após capacitação das equipes e organização do fluxo de atendimento nas unidades. O processo inclui cadastro da paciente, acolhimento, entrevista, consulta clínica e posterior agendamento para a realização do procedimento.

A rede municipal de Atenção Primária conta com 42 enfermeiros e 32 médicos capacitados para realizar a inserção do dispositivo, o que permite a ampliação gradual e segura do serviço em toda a rede. O município possui 145 equipes de Saúde da Família, compostas por médicos e enfermeiros, responsáveis pelo atendimento direto à população.

As equipes capacitadas estão distribuídas em todas as regionais de saúde do município, garantindo a descentralização do serviço. Atualmente, são 28 profissionais na regional Sul, 17 na Oeste, 12 na Leste, 10 na Norte e 5 na zona rural.

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Embora todas as unidades realizem o acolhimento das pacientes e a organização da agenda, 23 Unidades de Saúde da Família já conseguem realizar a inserção do implante com maior rapidez, por já contarem com profissionais habilitados e fluxo de atendimento consolidado. Nas demais unidades, o procedimento também é ofertado, com prazos ajustados à agenda da unidade e à demanda do serviço.

Para ter acesso ao implante contraceptivo, a paciente deve procurar a Unidade de Saúde da Família mais próxima de sua residência. Na unidade, ela passa por consulta e avaliação clínica, iniciando o protocolo necessário para a inserção do dispositivo. Estando apta, é incluída na agenda da unidade para a realização do procedimento.

A Secretaria Municipal de Saúde também chama atenção para um desafio enfrentado na organização do atendimento: o alto índice de absenteísmo. Muitas pacientes realizam o agendamento, mas não comparecem no dia marcado, o que acaba impactando a agenda das equipes e atrasando o atendimento de outras mulheres que aguardam pelo procedimento.

O implante contraceptivo, conhecido como Implanon, é um dispositivo subdérmico inserido no braço da paciente por meio de um procedimento ambulatorial simples. O método possui eficácia de até três anos e é indicado para mulheres que buscam um método contraceptivo de longa duração, inclusive para aquelas que estão amamentando ou que possuem contraindicação ao uso de estrogênio.

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Após a inserção, a paciente recebe orientações importantes, como evitar esforço físico intenso com o braço onde o implante foi colocado, manter o curativo por 24 horas e utilizar compressa fria para reduzir possíveis inchaços ou hematomas. Caso os sintomas persistam, a orientação é procurar a unidade de saúde para avaliação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá reúne lideranças para debater plano de redução de riscos em comunidades vulneráveis

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Com foco na prevenção de desastres e no planejamento urbano, a Prefeitura de Cuiabá realizou, nesta terça-feira (28), um encontro com lideranças comunitárias para discutir a construção do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR). A reunião ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SME) e integra a etapa inicial de validação das áreas prioritárias a serem trabalhadas pelo projeto.

A iniciativa faz parte de uma política pública articulada entre o município, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e o Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades. O objetivo é identificar, mapear e propor medidas para reduzir riscos em áreas vulneráveis a desastres, como deslizamentos, inundações e queimadas.

O professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMT e coordenador geral do PMRR, Hugo Kamiya Tsutsui, destacou o papel da universidade na execução técnica do projeto e a necessidade de validação junto à população.

“Estamos consolidando a primeira etapa, que é a validação das áreas definidas pela equipe técnica e pelo comitê gestor. A participação das lideranças é essencial para identificar pontos que podem não ter sido mapeados inicialmente”, afirmou.

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Segundo o coordenador, a próxima fase envolve o diagnóstico detalhado das áreas, com uso de tecnologia para levantamento de dados.

“Vamos realizar sobrevoos com drones para mapear essas regiões e, a partir disso, classificar os níveis de risco. Isso permitirá definir quais intervenções são necessárias”, explicou.

O prazo para conclusão do plano é dezembro deste ano, quando o documento deverá ser apresentado e validado em audiência pública. A partir dessa etapa, caberá à gestão municipal a implementação das ações propostas.

O diretor técnico da Defesa Civil de Cuiabá, o capitão Marcelo Cerqueira, ressaltou o papel do órgão no acompanhamento das atividades de campo e na articulação com as comunidades.

“A Defesa Civil atua junto à equipe técnica nas visitas aos bairros e mantém diálogo com lideranças locais para facilitar o acesso às áreas. Esse trabalho conjunto é fundamental para identificar riscos e orientar medidas preventivas”, disse.

Já a representante da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, a engenheira ambiental Bruna Gonçalves Aquino enfatizou o impacto do plano na organização territorial da cidade.

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“O plano é um estudo técnico aprofundado que abrange todo o território urbano. Ele vai contribuir para organizar o crescimento da cidade e promover melhorias nas condições de moradia, com mais segurança e qualidade de vida”, comentou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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