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POLITÍCA NACIONAL

Comissão debate resultados do Enamed 2025; participe

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POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados realiza, nesta terça-feira (17), a continuação do debate sobre os resultados do 1º Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), realizado em 2025. Um outro debate sobre o tema foi realizado na terça-feira (10).

O debate será realizado às 17 horas, no plenário 7.

Veja quem foi convidado e envie suas perguntas

O debate atende a pedido da deputada Adriana Ventura (Novo-SP). Segundo a parlamentar, os resultados consolidados do Enamed 2025 indicaram que parte significativa dos cursos de Medicina participantes apresentou desempenho considerado insatisfatório, o que levou o Ministério da Educação a anunciar a abertura de procedimentos de supervisão.

Adriana Ventura acrescenta que os dados divulgados exigem uma análise técnica e transparente, especialmente quanto aos impactos na segurança do paciente, na qualidade do cuidado, na organização da força de trabalho e na efetividade das políticas públicas de saúde.

“Esses dados demandam análise técnica e transparente por esta Comissão, com foco nos impactos sobre a segurança do paciente, a qualidade do cuidado, a organização da força de trabalho e a efetividade das políticas públicas de saúde”, afirma.

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Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova projeto que obriga condução à delegacia após relato de violência contra mulher

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou proposta que obriga a polícia a conduzir a mulher e o suposto agressor à delegacia quando houver relato de terceiros sobre possível violência doméstica, mesmo que a vítima negue a agressão.

Nesses casos, a vítima deverá ser encaminhada para avaliação por equipe multidisciplinar por Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).

O colegiado aprovou o substitutivo da relatora, deputada Delegada Adriana Accorsi (PT-GO), ao Projeto de Lei 2443/25, do deputado Duda Ramos (Pode-RR). A relatora manteve o objetivo da proposta, mas incorporou as novas regras à Lei Maria da Penha.

Ela argumentou que a recusa inicial da vítima frequentemente decorre do contexto de violência doméstica. “A negativa da ofendida durante a primeira abordagem policial decorre, na esmagadora maioria dos casos, de um severo processo de subjugação psicológica, ameaças veladas e vulnerabilidade socioeconômica”, ressaltou.

Pelo texto, serão consideradas as denúncias feitas por meio dos canais oficiais de atendimento, comparecimento a unidades policiais ou informações obtidas por profissionais das áreas de saúde, educação e assistência social no exercício de suas funções.

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Atendimento
O texto também prevê escuta qualificada e individualizada da mulher. Caso não haja policial mulher disponível, o atendimento não poderá ser adiado, mas a situação deverá ser comunicada imediatamente à corregedoria.

Além disso, o texto aprovado proíbe avaliações superficiais sobre o risco à integridade física ou psicológica da mulher. Sempre que possível, a vítima e o suposto agressor deverão ser conduzidos em veículos separados até a delegacia.

Próximos passos
A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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