MATO GROSSO
Cavalaria da Polícia Militar detém oito pessoas por tráfico de drogas
MATO GROSSO
Policiais militares da Cavalaria do 14º Comando Regional conduziram oito pessoas suspeitas de tráfico ilícito de drogas, nesta quarta-feira (11.3), durante abordagens nos municípios de Lucas do Rio Verde e Nova Mutum. As equipes recolheram 79 porções de entorpecentes, entre maconha, pasta base de cocaína e cocaína, além de materiais para preparo dos ilícitos e munições.
Em Lucas do Rio Verde, durante patrulhamento tático no bairro Tessele Júnior, as equipes do 1º Esquadrão Independente de Policiamento Montado (EIPMON) receberam informações de que um indivíduo estaria comercializando entorpecentes na Rua Opala. O suspeito foi localizado e detido em flagrante em sua residência.
No local, as equipes localizaram 20 porções de maconha, três aparelhos celulares e R$ 100 em espécie. A esposa do suspeito também foi abordada manuseando os entorpecentes. Ambos foram conduzidos à delegacia.
Já no bairro Primavera, as equipes receberam novas denúncias de tráfico ilícito de drogas em uma casa na Rua Chuva de Ouro. Ao se aproximarem do local, os militares flagraram um homem com grande quantidade de entorpecentes no bolso. O suspeito tentou fugir, mas foi detido em seguida.
Em rondas pela casa, os policiais militares flagraram outros dois homens manuseando algumas porções de maconha. Ao todo, foram apreendidas, na residência, 20 porções de maconha e nove de cocaína. No local, também foram recolhidas 12 munições de calibre .12 e R$ 31 em espécie. Os envolvidos também foram conduzidos à delegacia.
Em Nova Mutum, outros três homens foram detidos por tráfico de drogas por militares do EIPMON. O trio, ao perceber a aproximação dos militares, também tentou fugir da abordagem. Os suspeitos portavam diversas porções de pasta base de cocaína.
Questionados sobre a origem e destino dos ilícitos, eles confessaram que havia mais drogas em uma residência localizada na Rua das Mangueiras. Durante a abordagem, os policiais apreenderam 30 porções do mesmo ilícito. Os detidos foram encaminhados à delegacia.¿
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Café garante renda e recomeço para família de Castanheira
O café é considerado a segunda bebida mais consumida no mundo, atrás apenas da água, e, em Mato Grosso, a produção tem se consolidado como uma importante alternativa de renda para agricultores familiares. Com variedades já validadas para os solos das regiões Norte e Noroeste, onde se concentram os maiores produtores, o cenário é promissor. O avanço é resultado de investimentos do Governo do Estado com R$ 3,1 milhões em equipamento, máquinas, veículos e insumos, também investe em pesquisa por meio da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).
O fortalecimento da cadeia produtiva também abre perspectivas para a expansão da cafeicultura em outras regiões do estado, como o Araguaia, que apresenta potencial para o desenvolvimento da atividade.
Para a secretária Andreia Fujioka, o avanço da cafeicultura no estado reflete uma estratégia de desenvolvimento rural baseada na valorização da produção familiar e na incorporação de conhecimento técnico ao campo. Segundo ele, quando o produtor tem acesso a estrutura, pesquisa, assistência e tecnologia, o resultado vai além do aumento de produção, alcançando estabilidade econômica e permanência das famílias no meio rural.
“O fortalecimento da cafeicultura em Mato Grosso mostra que, é possível gerar renda, oportunidades e garantir dignidade para as famílias no campo”, destacou.
No município de Castanheira, o pequeno produtor Osvaldo Roberto Gomes e sua esposa, Zeni Pereira Gomes, são exemplo de superação e transformação no campo. Há cinco anos, o casal decidiu migrar de outra cadeia de produção alimentar para investir no cultivo de café, motivado pela orientação técnica da Empaer.
A mudança exigiu adaptação. No início, as dificuldades com o novo sistema de plantio foram um desafio. Com o tempo, porém, o aprendizado e o acompanhamento técnico deram resultado. Hoje, a propriedade conta com mais de oito mil pés de café, conduzidos com manejo adequado e foco na qualidade.
“Comercializamos nossa produção na feira de Juína. Optar pelo café foi uma boa alternativa de renda. Aqui, podemos contar com a assistência técnica da Empaer e com a Seaf. No começo, tivemos um pouco de dificuldade, porque o sistema de plantio é diferente, mas depois pegamos o jeito. Aqui sou eu e minha esposa, com mais de oito mil pés de café”, contou Osvaldo.
A produção, inicialmente modesta, começou de forma artesanal. Zeni relembra que, na primeira colheita, o casal optou por torrar o próprio café e vender diretamente ao consumidor.
“Na primeira colheita, não vendemos para terceiros; nós mesmos torramos. Comecei a ir à feira vendendo para uma ou outra pessoa em Juína; todo mundo conhece a gente lá. Se não fosse o café, a gente não estaria mais aqui, porque atravessamos uma época difícil”, contou.
O trabalho de pesquisa e assistência técnica foi fundamental para consolidar o sucesso da produção. A engenheira agrônoma e pesquisadora da Empaer, dra. Danielle Muller, destacou que o caso da família representa a essência da agricultura familiar.
“Nós vimos que o seu Osvaldo e a esposa representam a agricultura familiar raiz: plantam, colhem, beneficiam e levam o café para vender na feira. Durante cinco anos, nos dedicamos a pesquisar as variedades de clones de robusta amazônico para identificar quais são ideais para o solo mato-grossense. Hoje, temos materiais validados para as nossas condições, o que fortalece ainda mais a atividade no estado”, explica.
Segundo a pesquisadora, a lavoura do produtor é um exemplo de boa condução técnica, com sistema de irrigação implantado, espaçamento adequado e uso de clones produtivos e com qualidade de bebida.
“O café do seu Osvaldo está bem conduzido. Ele já utiliza clones como o 25 e o 03, que apresentam boa produtividade e qualidade. Esse é o caminho para consolidar a cafeicultura no estado”, completa.
Equipe de pesquisadores da Empaer-MT.
Para o extensionista rural da Empaer, Thiago Evandro Marim, que acompanha a propriedade há anos, o café representa mais do que uma alternativa econômica. “O café, para mim, representa muito mais do que esperança: representa realidade. Esse casal é um exemplo claro disso. Eles migraram de outra cadeia e hoje têm 100% da renda proveniente do café. É uma cultura viável para a agricultura familiar, com alta produtividade, que exige pouca área e tem grande potencial de crescimento. Além disso, contribui para manter as famílias no campo, evitando a evasão para a cidade”, afirma.
Entre desafios e conquistas, Osvaldo e Zeni encontraram no café não apenas uma fonte de renda, mas um novo projeto de vida. Mais do que esperança, a cafeicultura se tornou realidade e abriu novas perspectivas para o futuro da família, um retrato fiel do potencial que cresce no campo mato-grossense.
Fonte: Governo MT – MT
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