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Detran entrega 30 etilômetros ao Batalhão de Trânsito para reforço na fiscalização

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O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) entregou 30 aparelhos de etilômetros, nesta terça-feira (10.3), ao Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran) da Polícia Militar, um investimento de R$ 435 mil para o reforço nas operações de fiscalização de trânsito no Estado.

Os aparelhos serão utilizados nas operações Lei Seca nos municípios do interior que ainda não contam com etilômetros, bem como nos municípios com maior registro de ocorrências de trânsito envolvendo alcoolemia.

O comandante do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário, tenente-coronel PM Fábio Ricas, destacou a relevância dos equipamentos no desempenho das atividades fiscalizatórias.

“Agradecemos essa parceria com o Detran. Esses etilômetros serão fundamentais para a garantia da fiscalização de trânsito realizada pela Polícia Militar. Atualmente muitas unidades no interior não possuem o equipamento e vamos fazer o levantamento desses locais para que possamos distribuir os etilômetros da melhor forma”, disse.

Durante a entrega dos equipamentos, a coordenadora de Fiscalização de Trânsito do Detran, Kelli Lopes Felix, destacou que os novos aparelhos vão reforçar e intensificar as operações da Polícia Militar no combate aos crimes e às irregularidades que são cometidas no trânsito envolvendo a combinação de bebida e direção.

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“Nossa meta é trabalhar para termos aparelhos de etilômetro disponíveis e em funcionamento em cada município do Estado para a realização com eficácia da fiscalização e promoção da segurança no trânsito”, falou.


Segundo a diretora de Educação e Fiscalização de Trânsito do Detran-MT, Adriana Carnevale, a entrega dos 30 novos equipamentos amplia a capacidade operacional das equipes nas ruas.

“Com isso alcançamos mais municípios, mais rodovias e mais cidadãos, reforçando a presença do Estado e a efetividade das políticas públicas de segurança no trânsito”, enfatizou.

Atualmente a Polícia Militar conta com 129 aparelhos de etilômetro. Com a entrega desta terça, serão 159 equipamentos para uso nas operações.

Confira aqui como foi a entrega.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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