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Polícia Civil prende caminhoneiro que ameaçava ex-namorada e familiares mesmo após medidas protetivas

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A Polícia Civil cumpriu, nessa quarta-feira (07.01), um mandado de prisão contra um caminhoneiro, de 34 anos, que, mesmo após medidas protetivas desferidas pela Justiça, seguia ameaçando a ex-namorada, de 38 anos, e familiares.

A vítima procurou a Delegacia de Matupá no dia 27 de novembro de 2025 relatando que manteve um relacionamento amoroso com o suspeito por aproximadamente dois meses, terminando pelo ciúme excessivo demonstrado pelo homem.

Após o fim do relacionamento, ele passou a ameaçar a vítima e seu filho, de 11 anos, proferindo frases como: “Vou tirar as pessoas que você mais ama”. Diante das ameaças, a vítima registrou boletim de ocorrência e requereu medidas protetivas de urgência, as quais foram devidamente deferidas pelo Poder Judiciário.

Após a intimação do suspeito para comparecer à Delegacia e ser formalmente interrogado, em 11/12/2025, este intensificou as ameaças, pressionando a vítima para que comparecesse à Delegacia, com o intuito de retirar a medida protetiva.

Ele ameaçava a vítima afirmando que a estaria monitorando e que “acabaria com a vida dela”, inclusive mencionando que a vítima poderia encaminhar os áudios das ameaças ao policial responsável pela intimação.

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As investigações apontaram, ainda, que o suspeito fez com que outras ex-namoradas contatassem a vítima solicitando que ela retirasse a medida protetiva.

“O suspeito é caminhoneiro, circunstância que dificultou a sua localização e o cumprimento imediato do mandado de prisão, em razão de constantes deslocamentos interestaduais. E é importante destacar que, em decorrência da medida protetiva em vigor, o suspeito passou a enfrentar restrições para o exercício de sua atividade profissional, como dificuldades para realizar o carregamento do caminhão, o que o levou a se deslocar até à Delegacia com o objetivo de regularizar sua situação”, contou o delegado Henrique Madureira Espíndola de Barros.

Diante da reiteração das ameaças e do descumprimento da medida protetiva, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do suspeito, tendo o mandado sido expedido em 12 de dezembro de 2025. Desde então, foram realizadas buscas visando à sua captura.

Nessa quarta-feira (07.01), a Polícia Civil fez com que o suspeito comparecesse à Delegacia de Matupá, onde foi cumprido o mandado de prisão preventiva em seu desfavor.

“A presente ação demonstra o compromisso da Polícia Civil no atendimento e proteção às vítimas de violência, assegurando o cumprimento das medidas judiciais e a efetiva responsabilização do agressor. O suspeito encontra-se, neste momento, à disposição da Justiça”, afirmou o delegado Henrique Madureira Espíndola de Barros.

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Fonte: Governo MT – MT

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Comissão de Combate ao Trabalho Escravo promove seminário em Porto Alegre do Norte

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MT) realizam, entre 16 e 19 de abril, o Seminário Regional Araguaia – Trabalho Escravo, Direitos Humanos e Participação Popular, em Porto Alegre do Norte (a 1.125 km de Cuiabá).

A presidente do Coetrae, Márcia Ourives, destacou que o município foi escolhido para receber o seminário após o resgate de 563 trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma obra de usina de etanol no ano passado.

“O diálogo e a participação social são pilares fundamentais para a construção de uma política pública exitosa. O enfrentamento ao trabalho escravo não é diferente. Estamos aqui para dialogar e capacitar agentes e lideranças de direitos humanos, além de gestores públicos e autoridades competentes, que são atores importantes para o combate ao trabalho escravo em Mato Grosso”, reforçou.

A programação começou na tarde desta quinta-feira (16.4), com a visita técnica a uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis, voltada para a prevenção do trabalho escravo.

No período noturno, foi realizada uma palestra educativa e apresentações sobre o tema aos alunos do modelo de Ensino de Jovens e Adultos (EJA), da Escola Estadual Alexandre Quirino de Souza. Além de conhecer a realidade do trabalho escravo, os alunos também aprendem como denunciar e a quem recorrer para garantir seus direitos.

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Para o estudante Matheus de Carvalho, 19 anos, que participou das apresentações, a visita do Coetrae à escola foi fundamental para mudar a percepção dos estudantes sobre o que é trabalho análogo à escravidão nos dias atuais.

“A vinda do Coetrae nos trouxe uma nova visão sobre o trabalho escravo, muito importante para os jovens da nossa idade que estão terminando os estudos e entrando no mercado de trabalho, para não nos tornarmos vítimas desse tipo de crime”, destacou.

A estudante Ruth Maria, 19 anos, pontuou que, além de ajudar os estudantes que estão começando a trabalhar, também ajuda a alertar a própria família, que não teve acesso à informação.

“Além de ser importante para nós que estamos começando a trabalhar, essa informação é muito importante para nossa família, pois muitos não têm essa informação e não conhecem o que é estar refém do trabalho escravo, porque, sem ajuda, não conseguem sair”, reforçou.

As atividades continuam nesta sexta, sábado e domingo, com visitas técnicas, encontros com autoridades, palestras e mesas-redondas acerca do tema no município.

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Fonte: Governo MT – MT

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