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Polícia Civil prende suspeito de matar homem dormindo na rua em Primavera do Leste

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A Polícia Civil realizou, na manhã desta terça-feira (2.12), a Operação Vigília Noturna, para cumprir um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 33 anos, suspeito de assassinar Marcos Antônio Fernandes da Silva, 33 anos, com extrema violência, durante a madrugada do dia 11 de maio de 2025, em Primavera do Leste.

A captura foi realizada em Itiquira, como resultado da conclusão do inquérito que investigou a morte da vítima, e uniu esforços da Delegacia de Primavera do Leste e da Delegacia de Itiquira.

Dinâmica do crime

No dia do crime, a vítima dormia sob uma lona azul, na pista de caminhada da Avenida São Paulo, quando foi surpreendida pelo suspeito, sem qualquer possibilidade de defesa.

O laudo pericial apontou que o suspeito utilizou uma barra de ferro para desferir golpes múltiplos e contundentes na região da cabeça da vítima, produzindo fraturas graves, incluindo afundamento da caixa craniana, que levaram a vítima a óbito ainda no local.

Além disso, exames toxicológicos confirmaram que a vítima estava em estado avançado de embriaguez, condição que impossibilitou qualquer reação e ampliou a crueldade do ataque.

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Investigação

Assim que acionada, a Polícia Civil deu início às investigações para identificar o suspeito. Imagens de câmeras de segurança analisadas pela equipe de investigação da Delegacia de Primavera do Leste registraram o suspeito trafegando pela região pouco antes e logo após o crime, conduzindo uma motocicleta Honda Pop branca com farol traseiro apagado.

Após a execução, o suspeito saiu de Primavera do Leste e não foi localizado, o que reforçou o risco de fuga e colaborou para que o delegado Eric Martins, responsável pela investigação, entrasse com o pedido de prisão preventiva.

Operação Vigília Noturna

Diante do apurado no inquérito policial, a Polícia Civil deflagrou a Operação Vigília Noturna para cumprir o mandado de prisão e localizou o suspeito em Itiquira.

Em interrogatório, ele confessou o crime e alegou que a motivação foi que a vítima, supostamente, teria ameaçado roubar sua motocicleta.

“A prisão representa um passo decisivo para garantir a aplicação da lei penal e preservar a ordem pública, permitindo o prosseguimento das etapas finais da investigação com segurança”, afirmou o delegado Eric Martins.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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