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Prefeitura de Sinop intensifica arborização e realiza plantio de árvores na Avenida dos Pinheiros
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O trabalho integra o conjunto de ações executadas durante o período chuvoso, fase considerada ideal para o desenvolvimento das mudas. Segundo a pasta, a escolha da localização busca valorizar um dos pontos de maior movimentação da região para garantir conforto térmico, melhoria da umidade do ar e valorização estética do espaço público.
O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Klayton Gonçalves, reforçou o compromisso permanente da gestão com a preservação ambiental. Ele destacou que o plantio realizado faz parte de um esforço contínuo para aumentar a arborização de Sinop. “Fizemos o plantio de diversas espécies de mudas na Avenida dos Pinheiros, na rotatória junto com as Sibipirunas. São espécies frutíferas, entre outras. Somente neste período de chuva já fizemos o plantio de mais de 750 mudas de árvores pela nossa cidade. É importante ressaltar que a Secretaria de Meio Ambiente, além da produção das mudas, também executa esse plantio neste período chuvoso’, explicou.
O secretário destacou a importância do engajamento da população e dos cuidados com o desenvolvimento das árvores. “Queremos mostrar à população que a Prefeitura de Sinop está preocupada com o meio ambiente e que a Secretaria está sempre ativa. Fizemos plantios no Jardim do Ouro, na área central e em inúmeras outras regiões. A ideia é que esse trabalho continue durante todo o período chuvoso. Também convidamos que os moradores plantem árvores em suas residências, principalmente neste período, porque a capacidade de desenvolvimento da muda é muito maior”, pontuou.
Klayton Gonçalves também ressaltou os benefícios diretos da arborização para a qualidade de vida da população. “Pensamos sempre no meio ambiente, na redução do calor e na importância de ter uma cidade arborizada e mais aconchegante. Sabemos que caminhar por uma cidade com árvores gera qualidade de vida. Sinop é a cidade mais arborizada de Mato Grosso e a 14ª do país e esse é um trabalho conjunto entre Prefeitura e comunidade. Plantar árvores faz a diferença para o nosso futuro”, destacou.
A aposentada Iselda Arboito colaborou diretamente com o plantio ao lado da equipe municipal, descreveu o significado pessoal da atividade e reforçou a necessidade de envolvimento da população. “Eu planto porque gosto. Para mim é um prazer, uma terapia. Eu amo mexer com terra, mexer com plantas. É importante que a população tenha esse cuidado. Quem não pode plantar, pode cuidar e ensinar as crianças a não destruir, a entender a importância do plantio e da preservação”, disse.
A moradora também destacou a relevância da arborização diante do clima local e da preservação das espécies. “Nossa cidade é muito quente e, se não plantarmos e não preservarmos, algumas espécies podem se perder. Plantar melhora a sombra, o ambiente, a umidade do ar. Árvore é sombra e vida”, ressaltou.
O plantio atual integra um conjunto de ações realizadas pela Secretaria nos últimos 30 dias. Entre os locais contemplados com o plantio estão o Jardim do Ouro, Igreja do Jardim Safira, Avenida dos Jacarandás, Avenida Jonas Pinheiro, bairro Alto da Glória, Avenida das Itaúbas e Avenida dos Jatobás. No total, mais de 700 mudas foram inseridas entre espécies frutíferas e nativas, como ipê, jacarandá, oiti, tamarindo, pitanga, ingá, araçá e jambolão.
Segundo a pasta, novas frentes de plantio serão executadas nos próximos dias em pontos como o Alto da Glória (etapa final), Avenida dos Jatobás (replantio), Avenida Joaquim Socreppa, Avenida André Maggi (replantio), Reserva R3 e Avenida Bruno Martini. O objetivo é garantir que Sinop mantenha índices elevados de arborização urbana.
Fonte: Prefeitura de Sinop – MT
Sinop
Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã
A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).
Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.
O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.
Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.
Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.
Cooperação científica
Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.
Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.
Último dia da programação
A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.
Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.
Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.
Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.
Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.
A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.
Fonte: Prefeitura de Sinop – MT
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