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Vasco goleia o Internacional em noite diluviana e se garante na Série A do Brasileirão

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Em uma noite memorável e dramática em São Januário, castigado por um temporal que interrompeu a partida por uma hora e meia, o Vasco da Gama aplicou uma goleada histórica de 5 a 1 sobre o Internacional. A vitória expressiva não apenas lavou a alma dos torcedores vascaínos, mas também praticamente carimbou a permanência do clube na elite do futebol brasileiro para a próxima temporada.

Alívio na tabela para o Cruzmaltino, desespero para o Colorado

O triunfo veio em momento crucial. O Vasco agora acumula 45 pontos, saltando para a 10ª posição na classificação e abrindo uma confortável vantagem de seis pontos sobre a zona de rebaixamento, com apenas duas rodadas restantes. A tensão que rondava o clube nas últimas semanas se transformou em um alívio palpável.

Para o Internacional, o cenário é oposto. Estacionado nos 41 pontos e a apenas dois do Z-4, a equipe gaúcha se vê em uma situação de extremo desespero, com a ameaça do rebaixamento pairando pesadamente sobre Porto Alegre.

Com a missão de evitar a queda praticamente cumprida, o Vasco redireciona seu foco para a busca por uma vaga na Copa Sul-Americana, enfrentando o Mirassol em casa e o Atlético-MG fora nas últimas rodadas.

Início avassalador e chuva para testar a resiliência

A “tempestade” em campo começou antes mesmo da climática. Pressionado por uma sequência de cinco derrotas, o Vasco iniciou a partida com uma intensidade rara. Com menos de um minuto de jogo, Andrés Gómez aproveitou um erro na defesa colorada, invadiu a área e inaugurou o placar. Aos 8 minutos, Paulo Henrique fez uma bela jogada pela direita e serviu Rayan, que com frieza, ampliou a vantagem.

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O domínio vascaíno era incontestável, com oportunidades se sucedendo, como um chute de Coutinho que beijou a trave. O Internacional, sem conseguir se encontrar em campo, só conseguiu assustar nos acréscimos, com um gol isolado de Ricardo Mathias, que deu um respiro inesperado ao time gaúcho antes do intervalo.

Foi então que o céu desabou sobre São Januário. Uma chuva torrencial transformou o gramado em uma piscina, forçando uma paralisação de 90 minutos. A incerteza pairava sobre a continuidade do jogo e sobre o ritmo que o Vasco conseguiria manter.

Retorno dominante e goleada confirmada

No entanto, o intervalo forçado não diminuiu o ímpeto vascaíno. Assim que a bola rolou novamente para o segundo tempo, o Vasco repetiu o roteiro inicial: com menos de um minuto, Thiago Mendes lançou Andrés Gómez, que cruzou para Rayan marcar seu segundo gol na partida. O gol desarticulou completamente o Inter. Aos 11 minutos, Barros, de cabeça, transformou a vitória em goleada. Para selar a noite histórica, Nuno Moreira aproveitou uma falha grotesca da defesa colorada aos 19 minutos, fechando a contagem em 5 a 1.

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Próximos desafios

Vasco:

  • Vasco x Mirassol (37ª rodada do Campeonato Brasileiro)
  • Data e horário: 2 de dezembro (terça-feira), às 19h
  • Local: São Januário, no Rio de Janeiro

Internacional:

  • São Paulo x Internacional (36ª rodada do Campeonato Brasileiro)
  • Data e horário: 3 de dezembro (quarta-feira), às 20h
  • Local: Vila Belmiro, em Santos
FICHA TÉCNICA

Vasco 5 x 1 Internacional

Competição 36ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local São Januário, no Rio de Janeiro
Data 28 de novembro de 2025 (sexta-feira)
Horário 19h30 (de Brasília)
Cartões Amarelos Carbonero (INT) e Fernando Diniz (VAS)
Arbitragem
Árbitro Rodrigo José Pereira de Lima (PE)
Assistentes Victor Hugo Imazu dos Santos (PR) e Alex dos Santos (SC)
VAR Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (RN)
Gols
Vasco Andrés Gómez (3′ 1ºT), Rayan (8′ 1ºT), Rayan (2′ 2ºT), Barros (11′ 2ºT), Nuno Moreira (19′ 2ºT)
Internacional Ricardo Mathias (47′ 1ºT)
Escalações
Vasco Léo Jardim; Paulo Henrique, Carlos Cuesta, Robert Renan e Lucas Piton; Barros, Thiago Mendes (Puma Rodríguez), Philippe Coutinho (Vegetti) e Andrés Gómez (Matheus França); Rayan (Paulinho) e Nuno Moreira (Hugo Moura). Técnico: Fernando Diniz.
Internacional Rochet; Bruno Gomes, Aguirre (Ricardo Mathias), Mercado, Vitão e Bernabéi; Thiago Maia (Luiz Otávio) (Bruno Henrique), Alan Rodríguez, Alan Patrick (Borré) e Carbonero; Vitinho. Técnico: Ramón Díaz.

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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