POLITÍCA NACIONAL
Comissão debate condições de trabalho de entregadores do iFood
POLITÍCA NACIONAL
A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados realiza, na quarta-feira (26), audiência pública para discutir as condições de trabalho dos entregadores do aplicativo iFood. O debate será realizado às 16 horas, em plenário a ser definido.
O debate atende a pedido do deputado Leo Prates (PDT-BA). Segundo o parlamentar, a audiência busca compreender as diferentes posições envolvidas na paralisação nacional dos entregadores de aplicativos (o chamado “Breque dos Apps”), e discutir possíveis caminhos para soluções legislativas que atendam tanto trabalhadores quanto empresas.
Leo Prates explica que os entregadores reivindicam remuneração mínima por entrega e por quilômetro rodado, além de limites para entregas feitas de bicicleta e o fim do agrupamento de corridas sem compensação financeira adequada.
Ele acrescenta que o iFood, por sua vez, argumenta oferecer benefícios como seguro pessoal gratuito, planos de saúde, programas de educação e apoio jurídico e psicológico, defendendo ainda a importância de um ambiente de trabalho seguro e de respeito à livre circulação das pessoas e ao funcionamento dos estabelecimentos parceiros.
Da Redação – AC
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Comissão aprova projeto que torna racismo motivo de rescisão indireta de contrato de trabalho
A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2200/23, do deputado Jonas Donizette (PSB-SP), que classifica a prática de discriminação ou injúria racial contra o empregado ou familiares dele como justa causa cometida pelo empregador para a rescisão do contrato de trabalho.
A justa causa do empregador, também conhecida como rescisão indireta, ocorre quando o empregador comete uma falta grave que torna inviável ou inconveniente a manutenção do vínculo empregatício.
A rescisão indireta é um direito do empregado. O empregado pode considerar rescindido o contrato de trabalho e solicitar na Justiça do Trabalho as verbas relativas à dispensa imotivada, como a multa de 40% sobre os depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Para a relatora, deputada Erika Hilton (Psol-SP), a proposta reafirma o compromisso do Estado brasileiro com a igualdade racial e oferece um instrumento concreto e eficaz para os trabalhadores vítimas de racismo no ambiente laboral. “O projeto não inova de forma disruptiva – ao contrário, consolida e explicita o que já decorre da interpretação sistemática da CLT [Consolidação das Leis do Trabalho]”, disse.
Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Roberto Seabra
Fonte: Câmara dos Deputados
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