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Comissão de Segurança Pública ouve ministro da Justiça nesta terça

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados ouve, nesta terça-feira (25), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. O ministro foi convocado a pedido de 17 parlamentares de cinco partidos (PL, PP, União, PSD e Novo), num total de 25 requerimentos.

A audiência pública será realizada e está agendada para as 14h30, no plenário 6.

Os parlamentares querem ouvir Lewandowski sobre diversos temas, entre eles, a atuação do Governo Federal no apoio ao Estado do Rio de Janeiro no combate a facções criminosas.

Parlamentares também devem abordar o adiamento da transferência das competências de fiscalização dos Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs) do Exército Brasileiro para a Polícia Federal. A mudança, prevista inicialmente para janeiro de 2025, foi adiada para julho.

Outros temas incluem o sigilo sobre dados de fugas em presídios, o vazamento de relatórios da Polícia Federal envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e a formulação de políticas públicas de segurança.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova projeto que destina metade do salário do preso para a vítima

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 6551/25, que torna obrigatória a destinação de pelo menos 50% da remuneração do trabalho do preso para a indenização da vítima do crime. Atualmente, a lei prevê o uso do recurso para essa finalidade, mas não define um percentual mínimo nem obriga o desconto imediato.

O relator, deputado Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES), defendeu o texto original, de autoria do deputado André Fernandes (PL-CE). “O projeto corrige uma distorção ao reafirmar que aquele que causa danos deve contribuir diretamente para sua reparação. Isso traz a vítima de volta ao centro do sistema penal”, afirmou.

Regras e punições
Pelo texto aprovado, a indenização passa a ser prioritária no uso do salário do detento, vindo antes mesmo do ressarcimento ao Estado pelas despesas com a manutenção do preso. Caso a vítima não seja localizada, o valor será revertido para o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP).

Ainda pela proposta, o detento que recusar o trabalho sem justificativa cometerá falta grave e não poderá progredir de regime (passar do fechado para o semiaberto, por exemplo) enquanto não houver a reparação total do dano causado.

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Próximos passos
O projeto ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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