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Polícia Civil apreende 22 tabletes de skunk e prende 4 pessoas em Cáceres

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Vinte e dois tabletes de skunk (substância conhecida como supermaconha) foram apreendidos pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (9.10), no município de Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá), na Operação Rastro Verde.

O carregamento ilícito pertencia a uma facção criminosa atuante na região. A apreensão ocorreu em um endereço onde funcionava como ponto de distribuição de entorpecentes, desarticulado pelos policiais civis de Cáceres.

Além dos tabletes de skunk, a ação resultou na prisão de quatro pessoas, três homens e uma mulher, autuados em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico e constituir organização criminosa.

Durante diligências visando identificar locais usados pelos criminosos para se reunirem e ocultarem drogas, as equipes da 1ª Delegacia de Cáceres identificaram um imóvel no bairro Massa Barro.

Diante das fundadas suspeitas de tráfico, o local passou a ser monitorado, quando no início da tarde desta quinta-feira (9), foi identificado os 22 tabletes da substância conhecida como supermaconha.

No momento da abordagem estavam no interior da casa três homens e uma mulher, os quais foram surpreendidos em flagrante delito. Com eles foram encontrados aparelhos celulares e balanças de precisão.

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Em seguida os quatro envolvidos foram conduzidos à 1ª Delegacia de Polícia, interrogados e autuados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e constituir organização criminosa. Após a confecção dos autos os presos foram apresentados para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Participaram da Operação Rastro Verde, policiais civis da 1ª Delegacia de Polícia com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF), de Cáceres.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil bloqueia R$ 7,2 bilhões e amplia asfixia financeira contra facções em Mato Grosso

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A Polícia Civil de Mato Grosso fechou os quatro primeiros meses de 2026 com um aumento expressivo na produtividade das delegacias especializadas e gerências da Diretoria de Atividades Especiais. O resultado demonstra o avanço do trabalho investigativo contra as facções criminosas no Estado e na adoção das medidas cautelares, refletido nas operações, nas apreensões de veículos e nas prisões de criminosos.

Somente entre janeiro e abril deste ano, 812 pessoas foram presas durante as investigações e o volume de dinheiro bloqueado pela Justiça foi de R$ 7,2 bilhões. A título de comparação, no ano passado, no mesmo período, foram bloqueados cerca de R$ 8,4 milhões. Um crescimento significativo e que contribui diretamente para a asfixia financeira das facções criminosas.

De acordo com o diretor de Atividades Especiais, delegado Cláudio Alvares Sant’Ana, os resultados também refletem o aprimoramento das estratégias de inteligência policial, a integração entre as unidades e o emprego qualificado de recursos tecnológicos nas investigações.

“As ações resultaram na asfixia financeira das facções e dos grupos criminosos que agem em Mato Grosso. Essa atuação coordenada tem permitido maior celeridade na elucidação de crimes e no cumprimento de mandados. Ao longo do ano, as operações continuarão com foco na repressão qualificada às facções”, destacou o diretor.

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Entre janeiro e abril deste ano, as unidades da Diretoria de Atividades Especiais deflagraram 64 operações, cumpriram mais de 2,4 mil ordens de serviço, instauraram 614 inquéritos e concluíram 876 procedimentos policiais. O aumento na produtividade foi de 16% nas operações e prisões realizadas em 2026, com relação ao mesmo período do ano passado (janeiro a abril).

Em destaque está o crescimento no número de apreensão de veículos adquiridos com recursos de origem ilícita: neste ano foram 64 veículos, comparado ao mesmo período do ano passado em que foram apreendidos 16 veículos.


As apreensões de dinheiro em espécie também cresceram em 2026, passando de quase R$ 747 mil em 2025 para, aproximadamente, R$ 993 mil no mesmo período deste ano.

Já nas ações de combate aos crimes ambientais foram apreendidos 1,1 tonelada de pescado irregular, 40 metros cúbicos de madeira ilegal, sete máquinas (pá carregadeira e retroescavadeira), três caminhões, além da inutilização de cinco balsas usadas para garimpo ilegal.

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Desempenho

Neste período, os policiais civis da DAE intensificaram as investigações visando desarticular grupos criminosos, combater o tráfico de drogas, coibir crimes informáticos, fazendários e ambientais, enfrentar a corrupção na administração pública e localizar indivíduos foragidos da Justiça.

O trabalho policial técnico permitiu a reunião de provas robustas que foram fundamentais para subsidiar as medidas cautelares decretadas pelo Judiciário.


Integração

Integram a diretoria as Gerências de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Estadual de Polinter e Capturas (Gepol); além das Delegacias Especializadas de Combate à Corrupção (Deccor), de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Crimes Fazendários e Recuperação de Ativos (Defaz), Meio Ambiente (DEMA), Repressão a Narcóticos e Repressão a Crimes Informáticos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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