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Bruxelas propõe salvaguardas para viabilizar acordo com Mercosul
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A Comissão Europeia apresentou nesta quarta-feira (08.10) um conjunto de medidas de salvaguarda visando proteger os produtores da União Europeia de possíveis impactos das importações do Mercosul.
O acordo entre o Mercosul e a União Europeia é o tema da Revista Pensar Agro que está disponível clicando aqui
As regras sugeridas permitem investigar casos em que produtos agrícolas importados custem ao menos 10% menos que produtos similares europeus ou quando o volume importado cresça mais de 10% em relação ao ano anterior, cenários que podem gerar suspensão temporária de tarifas preferenciais.
O anúncio ocorre num momento delicado: o acordo Mercosul-UE está em gestação há mais de 25 anos. Embora os textos tenham sido concluídos em dezembro de 2024, sua eficácia depende ainda da ratificação pelos Parlamentos europeus e pelos Estados-membros.
Entre os setores que receberão atenção especial nas salvaguardas estão carnes bovina, ovos e etanol, considerados sensíveis na Europa. A Comissão ressalta que as medidas valerão apenas se for comprovado “prejuízo sério” ao produtor europeu ou um aumento inesperado nas importações que possa desestabilizar os mercados internos.
Essas salvaguardas ainda dependem da aprovação do Conselho Europeu e do Parlamento Europeu, sem necessidade de reabertura dos textos comerciais. Entretanto, entidades agrícolas europeias já criticam os critérios de acionamento como “ilusórios” e pouco operacionais para garantir proteção efetiva.
Para avançar, a Comissão tenta dissociar os aspectos puramente comerciais dos elementos políticos do acordo. Com isso, espera obter aprovação por maioria qualificada de Estados-membros e pelo Parlamento Europeu sem que o pacto retorne às negociações.
Fonte: Pensar Agro
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Com colheita quase concluída, alta do dólar eleva cotações e anima o setor
A valorização do dólar frente ao real garantiu um dia de altas praticamente generalizadas para os preços da soja nas principais praças de comercialização do Brasil na quarta-feira (27.05). A moeda norte-americana encerrou o dia com avanço de 0,66%, cotada a R$ 5,06, fator que compensou a estabilidade e a leve variação negativa de 0,06% nos contratos de julho da oleaginosa na Bolsa de Chicago, que fecharam a US$ 11,8525 o bushel. O movimento cambial estimulou as cotações domésticas tanto nos portos quanto nas regiões produtoras do interior.
O movimento ocorre em um momento em que os trabalhos de campo no País estão praticamente encerrados, restando pouco espaço para oscilações bruscas decorrentes de quebras de oferta. De acordo com o acompanhamento do setor, a colheita da safra entrou na reta final, consolidando um quadro de grande disponibilidade de grãos.
Em termos de volume total, as projeções oficiais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam para uma colheita estimada em 153 milhões de toneladas neste ciclo. O volume assegura o abastecimento interno e o cumprimento dos contratos de exportação, o que tende a limitar o potencial de altas expressivas nas cotações sem o suporte direto do câmbio.
Nos portos, o reflexo do avanço do dólar foi imediato. Em Paranaguá, o preço da saca de 60 quilos subiu R$ 1,00 em relação ao dia anterior, negociada a R$ 130,00. No terminal de Santos, o ganho foi de R$ 0,50, elevando a cotação para R$ 130,50. Já o porto de Rio Grande operou na contramão do movimento de alta e manteve a estabilidade, com a saca avaliada em R$ 128,00. No interior, os preços acompanharam a tendência dos portos paulista e paranaense, registrando valorização de R$ 1,00 nas praças de Ponta Grossa (R$ 125,00), Rondonópolis (R$ 111,00) e Luís Eduardo Magalhães (R$ 115,00).
A partir de agora, o mercado passa a concentrar as atenções na estratégia de comercialização do produtor, que vinha retendo o grão físico à espera de melhores margens de lucro. Com o tamanho da safra definido, o foco logístico migra para a pressão sobre as tarifas de frete rodoviário e para a disputa por espaço nos armazéns, que começam a receber os primeiros volumes da colheita de milho safrinha.
Fonte: Pensar Agro
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