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Governo de MT avança nas tratativas para comercialização de créditos de carbono

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MATO GROSSO

O Governo de Mato Grosso está com as negociações bem avançadas para dar início à comercialização de crédito de carbono no Estado. Na manhã desta terça-feira (23.9), em uma das reuniões da Semana do Clima de Nova Iorque, nos Estados Unidos, a secretária de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, reforçou a importância da validação dos dados sobre o estoque de carbono de Mato Grosso.

“Estamos trabalhando com a nossa equipe, junto com a PCI e parceiros, para termos segurança jurídica e, assim, avançarmos no início da comercialização. Com a Emergent discutimos os próximos passos para concretizar a comercialização”, explicou a secretaria.

Ainda segundo Mauren, o Estado poderá se beneficiar com os ativos que dispõe, conquistados pela política de combate ao desmatamento ilegal e as ações contra os incêndios florestais, desenvolvidas pelo Governo de Mato Grosso.

“Estamos a poucos passos de finalizar esse trabalho e podermos colocar no mercado os nossos créditos. Esse é um trabalho de muitas mãos e que estamos conseguindo tirar do papel”, reforçou.

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Para o promotor de justiça, Marcelo Vachiano, essa estratégia é importante para estimular a preservação ambiental e consequentemente melhorar a qualidade de vida da população mato-grossense. “Precisamos acompanhar essas tratativas para que a melhor solução seja colocada a mesa para tomada de decisão”, enfatizou.

Também participaram da reunião a secretária de Comunicação, Laice Souza, a secretária adjunta de Recursos Hídricos da Sema, Lilian Ferreira dos Santos, e servidores do Governo do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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