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Ousmane Dembélé conquista a Bola de Ouro 2025 em temporada histórica pelo PSG

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O futebol mundial tem um novo rei. Aos 28 anos, em sua primeira indicação ao prêmio, Ousmane Dembélé foi eleito nesta segunda-feira o vencedor da Bola de Ouro 2025, honraria concedida ao melhor jogador do planeta.

Primeira indicação, primeiro título
Aos 28 anos, o francês Ousmane Dembélé viveu a noite mais importante de sua carreira. Pela primeira vez entre os finalistas, o atacante superou favoritos e foi eleito o melhor jogador do mundo, levando a Bola de Ouro 2025.

Da desconfiança à consagração
Contratado pelo Barcelona em 2017 para substituir Neymar, Dembélé enfrentou anos de questionamentos. Lesões recorrentes, fama de indisciplinado e atuações irregulares colocaram sua carreira em xeque. Muitos acreditavam que o talento revelado no Borussia Dortmund não alcançaria o topo.

No entanto, a mudança para o Paris Saint-Germain transformou sua trajetória. Com velocidade, dribles e participação direta em gols decisivos, o atacante se tornou protagonista absoluto da equipe.

Temporada histórica pelo PSG
Em 2024/25, Dembélé foi peça central da maior campanha da história do PSG:

  • Campeão da Liga dos Campeões, com gols e assistências em fases decisivas;

  • Campeão da Ligue 1, liderando o ataque parisiense;

  • Destaque também em competições nacionais, sendo eleito o melhor jogador do campeonato francês.

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Mais um francês no hall da Bola de Ouro
O prêmio coloca Dembélé ao lado de lendas do futebol francês como Michel Platini, Jean-Pierre Papin, Zinédine Zidane e Karim Benzema. A conquista simboliza não apenas o reconhecimento do talento individual, mas também a consagração de uma carreira marcada pela superação.

Agora, o camisa 10 do PSG entra para a história e coloca seu nome entre os grandes do futebol mundial.

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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