MATO GROSSO
Seduc organiza grande final do SuperChef da Educação 2025 nesta quarta-feira (3)
MATO GROSSO
Cuiabá será palco da grande final do “SuperChef da Educação – Melhores Receitas 2025”, organizado pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), nesta quarta-feira (3.9).
Os três primeiros colocados ganharão R$ 9 mil pelo 1º lugar, R$ 7 mil pelo 2° e R$ 5 mil pelo 3º lugar. Os pratos serão avaliados por critérios como originalidade, sabor, apresentação e viabilidade de aplicação no cardápio escolar.
O SuperChef da Educação 2025 tem como objetivo valorizar e reconhecer o trabalho dos merendeiros escolares da Rede Estadual.
Os 13 finalistas, cada um representando as Diretorias Regionais de Educação (DREs) da Seduc, terão o desafio de apresentar pratos que unam talento, criatividade e sabor. A programação começa pela manhã, quando todos os participantes chegam ao local da preparação dos pratos, no Senac Boa Esperança.
Após a finalização de todos os pratos, eles serão degustados por jurados renomados, como a instrutora de gastronomia Jeane de Souza, o professor de gastronomia João Carlos Caldeira e a nutricionista Gabrieli Comacchio.
A premiação com os nomes dos vencedores em 1º, 2º e 3º lugar será realizada em cerimônia de jantar no buffet Ipiranga, também em Cuiabá, durante a noite. Os 13 finalistas foram definidos na semifinal no dia 17 de julho por três jurados e, desde então, estão se preparando para a grande final.
De acordo com a coordenadora de Alimentação Escolar, Luana Leão, o jantar de premiação é um momento de confraternização, celebração e reconhecimento ao empenho dos participantes. “É uma iniciativa que une educação, cultura e gastronomia, mostrando que cozinhar também transforma as vidas das crianças nas escolas, pois leva sabor às refeições e contribui para a valorização desses profissionais”, disse.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.
Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.
As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.
Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.
Modo de atuação
De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.
No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.
Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.
Lavagem de dinheiro
As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.
Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.
O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.
“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.
Operação Janus
O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.
Fonte: Governo MT – MT
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