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Prefeitura leva limpeza inédita ao Zero KM e Viaduto Izabel Campos

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As equipes executaram serviços de roçagem, capinação, retirada de bolsões de lixo, pintura de meio-fio, além da manutenção de semáforos, sinalização viária, instalação de quebra-molas e troca de lâmpadas da rede de iluminação pública

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, intensificou os trabalhos de limpeza e manutenção urbana durante esta última semana de agosto. Entre os locais beneficiados estão o bairro Zero KM e o Viaduto Izabel Campos, que pela primeira vez receberam ações específicas de zeladoria.

As equipes executaram serviços de roçagem, capinação, retirada de bolsões de lixo, pintura de meio-fio, além da manutenção de semáforos, sinalização viária, instalação de quebra-molas e troca de lâmpadas da rede de iluminação pública.

Segundo a Secretaria, o trabalho mobilizou servidores próprios e equipes da empresa terceirizada, responsáveis pelo reforço das ações em diferentes pontos da cidade.

Entre os bairros atendidos estão Cristo Rei, 7 de Maio, 13 de Setembro, 23 de Setembro, Souza Lima, Jardim do Cerrado, Jardim Guanabara, Laço de Ouro, Mapim, Ponte Nova, São Matheus, Pirineu, Planalto Ipiranga, Jardim Imperador e Parque Berneck, além de praças e vias estruturantes como a Avenida 31 de Março e a Avenida Júlio Muller.

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O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Lucas Ribeiro Ductievicz, destacou a importância em ampliar o alcance das ações para locais que nunca haviam recebido intervenções específicas.

“Nosso objetivo é garantir que todos os bairros de Várzea Grande, sem exceção, recebam a devida atenção do poder público. O caso do Viaduto Izabel Campos e do Zero KM simboliza esse compromisso de chegar aonde antes não se chegava, levando mais segurança, mobilidade e qualidade de vida para a população”, afirmou.

A Prefeitura reforçou que o programa “VG em Ação” continuará diariamente, com serviços de limpeza, manutenção e iluminação em diferentes regiões da cidade.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Mordida de cachorro: saiba quando é necessário tomar vacina antirrábica

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Uma simples mordida ou arranhão de cachorro pode exigir atenção. Em casos de acidentes com animais domésticos ou de rua, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica, já que existe o risco de transmissão da raiva, doença grave e quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.

De acordo com a enfermeira da Vigilância em Saúde, Maria José Neves, a primeira medida após a mordida é lavar o local com água corrente e sabão em abundância, além de procurar atendimento médico o mais rápido possível.

ANIMAIS DOMÉSTICOS – Se o animal for domiciliado, saudável e puder ser acompanhado, a orientação é mantê-lo em observação por 10 dias. Durante esse período, é importante verificar se o cachorro apresenta mudanças bruscas de comportamento, como agressividade, salivação excessiva, dificuldade para engolir, medo da água, tendência a se esconder da claridade, paralisia ou sinais neurológicos.

Caso o animal permaneça saudável ao final dos 10 dias, normalmente não há necessidade de completar o esquema antirrábico. Porém, se o cachorro adoecer, morrer ou desaparecer nesse período, a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde para iniciar ou complementar a vacinação.

ANIMAIS DE RUA – Nos casos envolvendo cães de rua ou animais desconhecidos, que não podem ser observados, a recomendação é iniciar a profilaxia antirrábica, conforme avaliação médica.

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O esquema vacinal geralmente é realizado em quatro doses, aplicadas nos dias 0 (dose inicial), 3, 7 e 14. Em situações consideradas graves, também pode ser necessário o uso do soro antirrábico.

Entre os casos considerados graves estão mordidas profundas, múltiplos ferimentos, lesões em mãos, pés, rosto e mucosas, além de ataques de animais silvestres ou morcegos.

SINTOMAS EM HUMANOS – Os primeiros sintomas da raiva em seres humanos podem incluir febre, dor de cabeça, mal-estar, fraqueza e sensação de formigamento ou dor no local da mordida. Com a evolução da doença, o paciente pode apresentar ansiedade, agitação, dificuldade para engolir, espasmos musculares, confusão mental e paralisia. Após o surgimento dos sintomas, a doença apresenta alta taxa de mortalidade.

CUIDADOS IMPORTANTES – Além da vacina contra a raiva, a equipe de saúde também avalia a necessidade de vacina antitetânica e uso de antibióticos, dependendo da gravidade do ferimento.

Maria José alerta que a raiva não tem cura e pode levar à morte caso o paciente desconsidere a importância de uma avaliação médica após mordedura de animal.

“Muitas vezes não levamos a sério a mordida de um cão ou gato, e isso pode resultar em algo muito grave se não tomarmos os cuidados necessários”, alerta a enfermeira.

A médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), Amanda Nunes, orienta a população a evitar contato com animais desconhecidos, principalmente cães e gatos em situação de rua, além de nunca tocar em morcegos ou animais silvestres.

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“É de suma importância que a população, principalmente crianças e pessoas curiosas, não toque em animais que não conhece, nem em animais de rua ou silvestres, como capivaras. Eles podem transmitir a raiva”, reforça.

ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO – Em Várzea Grande, pacientes vítimas de mordidas podem buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande (HPSVG) para avaliação e encaminhamento da vacina antirrábica humana.

No município, a raiva animal está erradicada desde 2015. A equipe do CCZ segue monitorando a situação para manter Várzea Grande livre da doença.

A veterinária Amanda Nunes orienta que, em casos suspeitos ou para mais informações sobre a doença, a população pode entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo WhatsApp (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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