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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova projeto que prevê proteção a críticas e veta censura a manifestações artísticas

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POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que exclui a possibilidade de punição por críticas a autoridades e figuras públicas.

O texto define que não constitui crime nem dano moral a crítica, mesmo mordaz ou irônica, contra órgãos públicos, políticos ou personalidades midiáticas. Também proíbe a censura ou limitação de manifestações artísticas, inclusive as de humor.

Além disso, a proposta:

  • garante o direito de manifestação com pseudônimo, mas veda o anonimato;
  • prevê que autoridades, como o presidente da República e ministros, cometem crime de responsabilidade se promoverem ou incitarem a censura.

Avanço
O Projeto de Lei 3504/21, da deputada Adriana Ventura (Novo-SP), foi aprovado na comissão com base no parecer do relator, deputado Gustavo Gayer (PL-GO). Ele disse que a proposta é um avanço no fortalecimento do direito constitucional à liberdade de expressão.

“Vivemos em tempos onde a liberdade de expressão está sendo recorrentemente relativizada e questionada”, disse Gayer.

O deputado propôs um substitutivo que reúne o conteúdo do PL 3504/21 a quatro projetos apensados. “Cada um dos textos traz contribuições pertinentes”, afirmou.

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Próximos passos
O projeto vai ser analisado agora nas comissões de Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), em caráter conclusivo. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Proposta autoriza fundos regionais a oferecer garantias para projetos de infraestrutura

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O Projeto de Lei 2427/26, do deputado Pedro Lucas Fernandes (União-MA), autoriza os fundos constitucionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e o Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) a oferecerem garantias a operações de crédito voltadas à execução de projetos estruturantes de infraestrutura econômica. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, esses fundos atuam principalmente por meio da concessão direta de financiamentos. O projeto amplia esse papel, permitindo que também cubram riscos de operações de crédito concedidas a empresas, por meio de instrumentos garantidores – incluída a participação em fundos garantidores.

Para Fernandes, o Nordeste possui condições únicas para se tornar uma plataforma logística global e um centro de energia renovável. Porém, para aproveitar essas oportunidades precisa de instrumentos financeiros modernos capazes de atrair capital nacional e estrangeiro. Dotar os fundos existentes de instrumentos garantidores é, segundo ele, “a forma mais moderna e menos custosa para garantir os investimentos privados em infraestrutura”, com efeitos positivos sobre o emprego e a renda da região.

Como funcionará
Pelo texto, os fundos constitucionais passam a poder oferecer cobertura de riscos em operações de crédito destinadas a empreendimentos de infraestrutura econômica. O FDNE receberá autorização semelhante, podendo atuar como garantidor para assegurar recursos voltados à realização de investimentos em sua área de atuação.

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A proposta altera a lei que regula os fundos constitucionais (Lei 7.827/89) e a medida provisória que instituiu o FDNE (MP 2156/01).

Próximos passos
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Como teve a urgência aprovada em junho, a proposta poderá ser votada diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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