VÁRZEA GRANDE
Registros danificados e descarte irregular de água comprometem pavimentação no Paiaguás
VÁRZEA GRANDE
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Viação e Obras e do Departamento de Água e Esgoto (DAE), alerta os moradores do bairro Paiaguás sobre práticas que podem comprometer a durabilidade e a qualidade da nova pavimentação em execução na região.
Além do lançamento irregular de água doméstica proveniente de pias, tanques, máquinas de lavar e outras atividades diretamente nas ruas, equipes técnicas identificaram registros danificados e vazamentos nas calçadas, em frente aos imóveis. Essas situações provocam infiltrações, fragilizam a base do pavimento e reduzem a vida útil do asfalto recém aplicado.
O bairro está recebendo um conjunto de obras que soma R$ 10 milhões em investimentos, sendo R$ 7 milhões provenientes de convênio e R$ 3 milhões de recursos próprios. Diversas vias já foram contempladas e outras estão em fase de preparação para receber o novo pavimento.
De acordo com a Secretaria de Viação e Obras, além da execução do asfalto, estão sendo estudadas soluções para problemas pontuais de drenagem e escoamento.
“A colaboração da população é fundamental para preservar o investimento. Pedimos que cada morador verifique suas ligações de água, repare registros danificados e direcione corretamente a água utilizada, evitando que chegue à rua”, orientou o secretário de Viação e Obras, Celso Pereira.
O DAE reforça que os imóveis devem estar conectados à rede de esgoto ou contar com sistema adequado de descarte, evitando que a água servida ou vazamentos atinjam a via pública. A manutenção preventiva contribui para que a pavimentação permaneça em boas condições por mais tempo, beneficiando toda a comunidade.
VÁRZEA GRANDE
Guarda Municipal resgata mulher agredida e prende foragido por homicídio após tentativa de fuga
Uma ocorrência de violência doméstica mobilizou equipes da Guarda Municipal na noite de sexta-feira (24) e resultou na prisão de um homem de 36 anos, foragido da Justiça e condenado a 15 anos de prisão por homicídio no estado do Pará. O caso foi registrado em um apartamento no bairro Jardim Aeroporto, após denúncia de agressão contra uma mulher feita ao Centro Integrado de Inteligência e Segurança por meio do canal 153.
A equipe de motopatrulhamento realizava rondas pela área central quando recebeu a informação de que uma mulher de 28 anos estaria sendo agredida pelo próprio companheiro dentro de um apartamento, onde também havia uma criança de colo.
De imediato, as guarnições seguiram até o condomínio indicado. Ao chegarem ao apartamento, os guardas tentaram contato com a vítima, mas inicialmente não houve resposta. Durante a tentativa de abordagem, os agentes perceberam o suspeito trancando a porta e ordenando que a mulher permanecesse em silêncio.
Momentos depois, a vítima gritou por socorro e implorou para ser libertada, confirmando a situação de flagrante. Diante da urgência e da necessidade de proteger a integridade física da mulher e da criança, a equipe decidiu arrombar a porta do imóvel.
No interior do apartamento, os agentes constataram que o agressor havia fugido ao pular pela janela do terceiro andar. A vítima apresentava ferimentos na testa e no cotovelo que, segundo relato, foram provocados durante as agressões.
As equipes iniciaram buscas dentro e nas proximidades do condomínio e, após análise da possível rota de fuga, localizaram o suspeito escondido embaixo de um veículo.
Durante a abordagem, foi verificado que o homem apresentava lesões no tornozelo e no punho direito, possivelmente em decorrência da queda durante a fuga. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para prestar socorro.
A vítima e a filha foram encaminhadas ao pronto atendimento com apoio da guarnição I20.
Inicialmente, o homem se apresentou como Paulo Francisco de Moraes Júnior e chegou a apresentar um documento de identidade com esse nome e fotografia. No entanto, já no pronto-socorro, ele revelou sua verdadeira identidade: Renato da Silva Miranda, de 36 anos.
Segundo relato à equipe, Renato afirmou estar foragido da Justiça pelo crime de homicídio no estado do Pará e declarou ainda suposta posição de liderança em organização criminosa. A vítima também informou que ele dizia integrar a facção criminosa Comando Vermelho e que estaria na cidade escondido após envolvimento em crimes.
Após nova checagem junto ao CIMS, foi confirmado que havia um mandado de prisão em aberto contra Renato da Silva Miranda pelo crime de homicídio no estado do Pará.
Devido ao estado de saúde, o suspeito não foi encaminhado imediatamente à Central de Flagrantes. Após exames de raio-X, a equipe médica informou que ele se encontra em estado de politraumatismo e permaneceu internado sob custódia da Guarda Municipal até a chegada da Polícia Civil e a adoção das medidas legais cabíveis.
A vítima também recebeu atendimento médico, e os comprovantes hospitalares de ambos foram anexados ao boletim de ocorrência.
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