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Unidade de Saúde da Família ou UPA? Entenda para onde ir e evite riscos desnecessários

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Com frequência, o que mais ocorre é a busca pelo pronto atendimento. Muitos pacientes deixam de buscar o acompanhamento nas USFs e só procuram ajuda quando o problema já está avançado e essa atitude gera alta demanda nas unidades, como a UPAs

Você sabe qual é a diferença entre a Unidade de Saúde da Família (USF) e uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h)? Muita gente ainda se confunde na hora de procurar atendimento médico, o que pode causar superlotação nas unidades de urgência, deixar o atendimento mais moroso e até colocar a própria saúde em risco.

As USFs, conhecidas popularmente como ‘postinhos de saúde´, são a porta de entrada do Serviço Único de Saúde (SUS). É nelas que o acompanhamento preventivo é feito, como por exemplo, exames de rotina, controle de pressão e diabetes, vacinação, pré-natal, acompanhamento infantil e outras demandas que, quando bem cuidadas, evitam que os problemas evoluam para situações graves.

Por outro lado, as UPAs são para situações de urgência e emergência, como, dores intensas, falta de ar, fraturas, febres altas persistentes, acidentes ou qualquer condição que coloque a vida em risco iminente. Mas o que tem acontecido é o contrário. Muitos pacientes deixam de buscar o acompanhamento nas USFs e só procuram ajuda quando o problema já está avançado.

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O superintendente da Atenção Primária no Município, Márcio Frederico de Arruda, reforça que “quanto antes o paciente buscar atendimento na unidade básica, maior a chance de evitar complicações e internações”. Segundo ele, prevenir é sempre o melhor caminho para a saúde do paciente e também para o sistema de saúde pública, que fica sobrecarregado quando as emergências são procuradas sem necessidade.

RISCO INFECCIOSO – Outro ponto que muitas vezes não é considerado é o risco de contaminação. Em uma UPA, o fluxo de pessoas com doenças infecciosas é muito maior. Isso significa que alguém que vai por um motivo não urgente pode acabar sendo exposto a vírus ou bactérias mais perigosos, como influenza, Covid-19, bronquiolite ou até infecções hospitalares.

Já na UBS, o ambiente é mais controlado, o fluxo de pacientes é menor e voltado para atendimentos programados, o que reduz consideravelmente o risco de contaminação.

Então, fique atento, quando procurar a USF?

• Dores leves ou persistentes

• Acompanhamento de doenças crônicas

• Vacinação

• Exames de rotina e pré-natal

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• Encaminhamentos para especialistas

• Problemas de saúde mental leves

Quando procurar a UPA?

• Dores fortes e súbitas

• Crises convulsivas

• Falta de ar intensa

• Acidentes ou quedas com suspeita de fratura

• Febre alta que não passa com medicamentos

• Reações alérgicas graves

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Alunos da EMEB Paulo Freire se unem para fortalecer a campanha Agosto Lilás e combater a violência contra a mulher

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Os alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Professor Paulo Freire se uniram para debater uma causa urgente e necessária: o combate à violência contra a mulher, em apoio à campanha Agosto Lilás. A iniciativa busca fortalecer as ações de conscientização e enfrentamento à violência de gênero, levando o debate para o ambiente escolar.

“Neste mês, vamos trabalhar esse tema com os alunos dos 8º e 9º anos, até porque grande parte deles já está vivendo os primeiros relacionamentos. Estamos abordando a importância de relações saudáveis e, principalmente, o combate à violência contra a mulher”, explicou a diretora da unidade, Cristiane Costa Jesus de Souza.

A diretora destacou que o tema também está sendo trabalhado de forma interdisciplinar nas disciplinas de Língua Portuguesa, Redação e Matemática. Nesta última, os estudantes analisam gráficos e indicadores sobre os índices de violência contra a mulher no Brasil e no mundo.

“Essa interdisciplinaridade é importante para que eles compreendam que os números da violência contra a mulher continuam crescendo no país e que Mato Grosso ocupa uma posição preocupante nesse cenário”, ressaltou.

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Cristiane Costa afirmou ainda que toda a sociedade tem a responsabilidade de discutir e combater esse tipo de violência, mas destacou que a escola é um espaço fundamental para transformar realidades.

“É importante que a escola seja um polo de reflexão e de formação de cidadãos mais conscientes, comprometidos com a igualdade e o respeito mútuo. A mobilização dos jovens reforça a importância de conhecer a Lei Maria da Penha e as redes de apoio às mulheres desde cedo, contribuindo para desconstruir comportamentos machistas e prevenir a violência doméstica antes mesmo que ela aconteça”, enfatizou.

A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, destacou que o envolvimento dos estudantes durante o Agosto Lilás vai além das salas de aula.

“Precisamos que os jovens atuem como agentes de transformação em todos os espaços, principalmente dentro de casa, onde muitas vezes esse assunto ainda não é discutido. É na escola que eles desenvolvem essa consciência e levam esse debate para suas famílias”, afirmou.

PRIMEIRA AÇÃO

De acordo com a diretora Cristiane Costa, esta é a primeira atividade da campanha desenvolvida pela escola. No entanto, ao longo de todo o mês de agosto, outras ações serão realizadas com a participação da comunidade escolar.

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“Também promoveremos uma reunião com os pais e responsáveis para tratar de diversos temas, entre eles a violência contra a mulher e a gravidez na adolescência. Temos muitos jovens na escola e é fundamental abordar essas questões como forma de orientação e prevenção”, concluiu.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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