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Secel seleciona organização para gestão compartilhada do Museu de História Natural

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) abriu as inscrições no edital de seleção de Organização da Sociedade Civil (OSC) para a gestão compartilhada do Museu de História Natural de Mato Grosso, em Cuiabá. A seleção pública conta com um investimento de R$ 5 milhões.

Para participar, é necessário que a OSC possua no mínimo dois anos de existência, a contar da data de inscrição no edital, tenha condições materiais e técnicas para a execução e possua experiência prévia na realização das atividades, além de outros requisitos estabelecidos.

Fundado em 2006 e instalado na Casa Dom Aquino, o Museu de História Natural de Mato Grosso possui exposição permanente de arqueologia, que conta a história da humanidade por meio de artefatos produzidos pelo homem desde a pré-história, assim como de paleontologia, no qual apresenta fósseis de animais da região, organizados de forma cronológica.

O termo de colaboração terá vigência de 5 anos, com repasses anuais, e com possibilidade de prorrogação, desde que devidamente justificado e não excedando o prazo máximo de vigência de 10 anos.

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As inscrições podem ocorrer das seguintes formas: via online, por meio do e-mail [email protected]; presencialmente, ou através do correio endereçado à sede da Secel. Desta forma, interessados tem até o dia 23 de junho para apresentar os documentos, que se encontram especificados no edital.

Em caso de dúvidas, o proponente poderá entrar em contato pelo e-mail [email protected], ou pelo telefone (65) 3613-0232.

Clique aqui para acessar o edital.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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