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POLITÍCA NACIONAL

Reajuste de servidores deve ficar para esta quarta-feira, diz líder do governo

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Líderes partidários decidiram votar nesta terça-feira (20) apenas a urgência do projeto de lei que auxilia o combate a fraudes no INSS. Ao todo, tramitam na Casa 53 projetos sobre o tema, que serão apensados num único projeto para ser analisado pelo Plenário. Após a votação da urgência, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), vai indicar o relator que deve apresentar um texto para ser votado na próxima semana.

Segundo o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), o Projeto de Lei (PL 1466/25), que reestrutura carreiras e reajusta os salários de servidores públicos do Poder Executivo federal, deve ser votado nesta quarta-feira (21). Segundo Guimarães, o governo está buscando consenso sobre o texto.  A iniciativa substitui a Medida Provisória 1286/24, publicada no final do ano passado.

“Vamos continuar o diálogo e tentar votar amanhã o PL dos servidores, inclusive as transformações de cargos. O que diz respeito a pontos da reforma administrativa fica para o grupo de trabalho que vai ser criado pelo presidente Hugo Motta”, explicou o líder.

Vinicius Loures / Câmara dos Deputados
Domingos Sávio em reunião de comissão
Sávio: “Governo não agiu corretamente com o servidores”

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O secretário de Empreendedorismo Legislativo, deputado Domingos Sávio (PL-MG), também participou da reunião de líderes desta terça-feira. Ele diz que há dificuldades de aprovar o projeto. Para Sávio, o reajuste é necessário, mas o governo não agiu corretamente com os servidores.

“O governo assinou um acordo de greve para um conjunto de categorias e ali tem toda uma série de profissionais, o percentual é igual para todos, e o projeto é diferente”, criticou.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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Medida provisória que concedia crédito extra à agricultura familiar perde a validade

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Perdeu a validade no último dia 3 de maio, por não ter sido votada pelo Congresso Nacional, uma medida provisória (MP 1325/25) que autorizou R$ 190 milhões em créditos extras para a agricultura familiar, por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

A MP havia sido publicada em 25 de novembro do ano passado. Assim, o Executivo não pode mais usá-la para liberar recursos, e o Congresso tem 60 dias para disciplinar, por meio de um decreto legislativo, o que acontece com o dinheiro gasto durante sua vigência.

Do total previsto, a medida provisória reservou R$ 30 milhões para a promoção e o fortalecimento da comercialização, do abastecimento e do acesso aos mercados para agricultura familiar e povos e comunidades tradicionais. Os outros R$ 160 milhões foram reservados para abastecimento e soberania alimentar e para formação de estoques públicos.

As medidas provisórias têm vigência por 60 dias para que os parlamentares tenham tempo de analisar sua pertinência e seu conteúdo, mas é comum que a Mesa do Congresso Nacional prorrogue as MPs por mais 60 dias. Caso não seja votada nesses 120 dias, a MP perde totalmente sua eficácia desde a data de sua publicação. Por isso, o Congresso tem que aprovar decreto legislativo para disciplinar os efeitos provocados pelo período em que a MP teve validade.

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Na maioria dos casos, os recursos são gastos pelo Executivo antes desse prazo.

MPs prorrogadas
Outras três medidas provisórias foram prorrogadas por mais 60 dias:

MP 1342/26 — Libera R$ 1,3 bilhão extra para reparar danos causados pelas chuvas intensas que ocorreram em fevereiro em cidades como Ubá e Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais.
MP 1343/26 —  Dá mais proteção legal a caminhoneiros contra empregadores que desrespeitem o valor do piso nacional do frete.
MP 1344/26 — Concede, até 31 de maio, subsídio de R$ 1,20 por litro de combustível a empresas importadoras de diesel de uso rodoviário, para conter efeitos da alta do barril de petróleo.

Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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