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Deputados lamentam morte de Mujica, ex-presidente uruguaio

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Deputados da esquerda manifestaram nas redes sociais seu pesar pela morte do ex-presidente uruguaio José “Pepe” Mujica, ocorrida nesta terça-feira (13). O ex-presidente uruguaio de 89 anos lutava desde abril de 2024 contra um câncer no esôfago, além de ter doença autoimune.

O líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), classificou Mujica como inigualável. “Um exemplo de homem simples, do povo, filho de uma vendedora de flores e que se tornou um dos maiores líderes de esquerda como presidente do Uruguai”, afirmou.

Para o líder do PT, deputado Lindbergh Farias (RJ), Mujica provou ao mundo que é possível fazer política com simplicidade, coerência e compromisso com os que mais precisam. “Como ele disse: os homens passam, as causam permanecem. Mujica foi gigante por suas ideias e por sua entrega ao povo”, declarou.

A líder do Psol, deputada Talíria Petrone (RJ), afirmou que Mujica foi um grande exemplo “de coragem, quando guerrilheiro, de visão de longo alcance, quando presidente, e de humildade, como militante”.

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Mujica governou o Uruguai entre 2010 e 2015. Nascido na capital (Montevidéu), ele participou da organização guerrilheira Movimento de Libertação Nacional – Tupamaros na década de 1960. O grupo ficou conhecido por suas operações de assalto a instituições bancárias, redistribuindo alimentos e recursos financeiros a comunidades carentes. Foi capturado na década de 1970 e, durante a ditadura uruguaia, ficou 14 anos preso.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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Deputados de oposição comemoram e governistas criticam rejeição do Senado a Messias no STF

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A rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) foi comemorada por deputados da oposição, em discursos no Plenário da Câmara. Parlamentares da base do governo, porém, avaliaram que o Senado “virou as costas” para o povo com a decisão. O nome de Messias foi rejeitado nesta quarta-feira (29) por 42 a 34 votos dos senadores.

A oposição classificou a rejeição de Messias como “vitória da democracia” contra o que chamam de tentativa de aparelhamento do Judiciário. Para o líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), a votação marca “a maior vitória” dentro do Congresso em defesa do Estado Democrático de Direito. “Esta vitória não é nossa, não é da oposição, não é do Senado nem da Câmara. Esta vitória é do povo brasileiro”, declarou.

A base do governo, por sua vez, acusou o Senado de virar as costas para o povo brasileiro e para a democracia. “Os inimigos do povo não respeitaram o voto soberano e popular na indicação do ministro do Supremo, de uma pessoa ilibada, decente, coerente, evangélico”, disse o líder do PT, deputado Pedro Uczai (SC). Segundo ele, a democracia e o povo brasileiro vão derrotar os que estão contra o governo nas próximas eleições.

Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
Homenagem ao Dia Mundial do Livro. Dep. Pedro Uczai (PT-SC)
Pedro Uczai, líder do PT

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O líder do PL, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que o Executivo viu, com a votação, “as costas” do Senado Federal. “Parabéns aos senadores pelo recado duro que hoje deram ao governo”, disse.

Já o deputado Helder Salomão (PT-ES) reforçou que a ação do Senado foi contra o povo brasileiro. “Hoje rejeitam a indicação de um homem íntegro, preparado, com todas as qualificações para ser um ministro”, lamentou.

Indicação
Atual advogado-geral da União, Jorge Messias foi indicado para o cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na vaga decorrente da aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, que deixou o tribunal em outubro de 2025.

Com a rejeição, a mensagem indicando Messias foi arquivada, e o presidente Lula terá de encaminhar um novo nome para preencher a vaga deixada por Barroso no STF.

Esta foi a primeira vez que uma indicação ao STF foi rejeitada em 132 anos. Antes, apenas cinco indicações feitas pelo então presidente da República foram derrubadas pelos senadores. Todas as rejeições ocorreram em 1894, no governo do marechal Floriano Peixoto. O STF foi criado em 1890, após a Proclamação da República.

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Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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