POLÍTICA
Comissão de Agropecuária analisa 16 projetos
POLÍTICA
A Comissão de Agropecuária, Desenvolvimento Florestal e Agrário e de Regularização Fundiária (CADFARF) limpou a pauta com 16 itens, na 2ª reunião ordinária, realizada na manhã desta terça-feira (6), na Sala de Reuniões das Comissões Deputado Oscar Soares, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
Comandou a reunião o deputado Gilberto Cattani (PL), vice-presidente da comissão, junto com os membros titulares, Júlio Campos (União Brasil) e Janaina Riva (MDB). Dos 16 itens na pauta, 14 foram aprovados, um rejeitado e outro recebeu pedido de vistas.
“Sempre tenho dito que o coração da Assembleia Legislativa não é o plenário, lá ocorre a decisão final, é onde os deputados só ratificam aquilo que foi discutido em todas as comissões. O coração da Assembleia são as comissões e é muito importante, quanto mais projetos conseguirmos limpar das pautas das comissões, mais o contribuinte vai ser representado em todo Mato Grosso”, disse Cattani sobre a força-tarefa para análise dos projetos.
O Projeto de Lei 847/24, que proíbe a reconstituição do leite em pó de origem importada para venda como leite fluido em Mato grosso e estabelece sanções aos infratores, de autoria do deputado Wilson Santos (PSD) teve voto pela rejeição. Já o PL 1959/24, que dispõe sobre a ilicitude de invasão de propriedades rurais e urbanas em Mato Grosso e dá outras providências, recebeu pedido de vistas do deputado Cattani.
Foto: KAREN MALAGOLI/ALMT
Dentre os aptos para apreciação em Plenário, teve destaque na reunião o PL 224/25, que reconhece a aquaponia como atividade sustentável em Mato Grosso e dá outras providências. Cattani, autor do PL, chamou a atenção para a importância de normatização para fomentar o desenvolvimento do setor, especialmente, aos pequenos produtores.
“Esperamos que realmente se torne lei o reconhecimento da aquaponia como um benefício extremo para a pequena agricultura, principalmente no nosso Estado de Mato Grosso, pois, temos a hidroponia que é um sistema muito bom, funciona muito bem, mas é só com hortaliças. A aquaponia transforma a hidroponia num sistema sustentável, ou seja, dá para criar peixes e aproveitar os dejetos na adubação de hortaliças. Então, isso gera economia e maior rentabilidade, melhorando em 1000% essa atividade”, explicou o Cattani, ao destacar como sucesso a Casa Terapêutica Tenda de Abraão, onde foi feita a primeira aquaponia da capital.
Ele também esclareceu sobre o pedido de vista do PL 1959/24, que recebeu parecer pela aprovação. Declarou apoio à iniciativa e reafirmou que considera a propriedade privada um direito fundamental e não pode, de forma nenhuma, ser vilipendiada e, por isso, apoia o projeto da deputada Janaina Riva.
“Pedi vistas porque quero estudar o projeto um pouco melhor e tenho certeza que posso contribuir melhorando com o substitutivo que vamos fazer. Vou conversar com a deputada, sou favorável ao projeto, mas gostaria de fazer algumas modificações mínimas. O projeto está magnífico, mas podemos fazer uma pequena melhora nele que vai servir para todo o Estado ficar livre dessa prática nefasta que é a invasão de propriedade”, alertou Cattani.
Também foram aprovados os seguintes PLs: 1131/24, 28/25, 65/25, 77/25, 103/25, 175/25, 283/25, 300/25, 426/25 e os projetos de Resolução: 114/25, 115/25, 138/25, 198/25.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA
ALMT firma parceria técnica para implantação do projeto “Ouro Sem Mercúrio” na Baixada Cuiabana
A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), por meio do Grupo de Trabalho (GT) da Mineração, firmou nesta quinta-feira (21), na sala da Presidência da Casa, parceria com o Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM) para implantação do projeto “Ouro Sem Mercúrio”, na região da Baixada Cuiabana. A iniciativa faz parte das ações do GT idealizado pelo presidente da ALMT, deputado estadual Max Russi (Pode), voltadas ao fortalecimento, à regularização e à modernização sustentável do setor mineral em Mato Grosso. O grupo é coordenado pela vice-presidente Taís Costa.
O projeto “Ouro Sem Mercúrio” ganhou destaque nacional por propor alternativas sustentáveis para a atividade garimpeira, eliminando o uso do mercúrio no processo de extração mineral. A iniciativa é considerada pioneira no Brasil e no mundo e busca aliar desenvolvimento econômico, responsabilidade ambiental e rastreabilidade na cadeia produtiva do ouro.
Durante a assinatura do memorando, o presidente Max, afirmou que a parceria representa um avanço importante para o estado e fortalece o compromisso com uma mineração sustentável.
“A assinatura deste memorando é mais um passo concreto que consolida Mato Grosso na vanguarda da mineração sustentável no Brasil. O projeto ‘Ouro Sem Mercúrio’ nasce da nossa convicção de que é possível conciliar o desenvolvimento econômico da Baixada Cuiabana com o respeito ao meio ambiente e à saúde das pessoas”, destacou.
A vice-presidente do GT da Mineração, Taís Costa, ressaltou o caráter inédito da iniciativa e a importância da participação do Parlamento estadual na construção de políticas voltadas ao setor mineral.
“Estamos falando de um projeto que une sustentabilidade, desenvolvimento econômico e segurança. Mato Grosso ganha ao fortalecer uma mineração responsável e alinhada às novas exigências ambientais e de mercado”, afirmou.
O diretor-executivo do IBGM, Ecio Barbosa de Moraes, explicou que o projeto prevê ações de rastreabilidade do ouro produzido em Mato Grosso, além da agregação de valor ao minério por meio da cadeia joalheira.
“O Brasil produz cerca de 100 toneladas de ouro por ano e grande parte é exportada em estado bruto. O projeto busca fortalecer uma cadeia mais profissional, sustentável e com maior valor agregado para o ouro produzido no estado”, disse.
Segundo ele, a parceria também prevê a implantação de um polo joalheiro na região e a utilização de tecnologias inovadoras, como inteligência artificial aplicada à mineração de pequena e média escala.
Para o diretor regional do IBGM em Mato Grosso, Roberto Cavalcanti, a iniciativa fortalece a formalização do mercado do ouro e amplia a segurança no setor mineral.
“Essa parceria representa um divisor de águas para Mato Grosso. O projeto trabalha sustentabilidade, governança e certificação do ouro produzido no estado, fortalecendo o mercado formal e agregando valor ao minério mato-grossense”, concluiu.
Com o acordo, Mato Grosso passa a integrar um dos projetos mais inovadores do país voltados à mineração sustentável, reforçando o protagonismo do estado em iniciativas que unem desenvolvimento econômico, tecnologia e preservação ambiental.
Fonte: ALMT – MT
-
POLÍCIA6 dias atrásPolícia Civil conclui inquérito e indicia envolvidos em triplo homicídio ligado à facção em Campo Novo do Parecis
-
ESPORTES2 dias atrásCruzeiro busca empate na Bombonera, segura o Boca e assume liderança do Grupo D
-
ESPORTES7 dias atrásCorinthians vence o Barra e confirma vaga nas oitavas da Copa do Brasil
-
MATO GROSSO2 dias atrásPolícia Civil prende dupla suspeita de cometer estelionato em Várzea Grande
-
MATO GROSSO1 dia atrásPolícia Civil realiza workshop de combate a grupos criminosos no ambiente digital
-
MATO GROSSO4 dias atrásPolícia Militar prende homem por tentativa de feminicídio em Barra do Garças
-
MATO GROSSO4 dias atrásPM encerra festa de facção criminosa que tinha drogas e presença de adolescentes em Barra do Bugres
-
CUIABÁ6 dias atrásCuiabá reforça segurança para servidores e pacientes com implantação do botão do pânico em UPAs e hospitais




