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Semob orienta sobre cartão de identificação em vagas de PCDs e idosos

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A Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) iniciou uma campanha educativa para coibir motoristas a estacionarem em vagas destinadas a PCDs (Pessoas com Deficiência) e idosos no Centro de Cuiabá.

Pela manhã da última sexta-feira (4), agentes de trânsito circularam na Praça Alencastro para verificar se veículos estacionados nas vagas de PCDs e idosos exibiam o cartão de identificação. Ao verificar que o motorista não deixou a identificação, os agentes deixaram o formulário anexado ao limpador de para-brisas.

“Estamos orientando esses motoristas para deixar claro que as vagas para idosos e PCDs deverão ser respeitadas. É necessário o cadastro na Secretaria de Mobilidade Urbana, a quem cabe a responsabilidade pela emissão do cartão de identificação”, explica o agente de trânsito Marcus Garé, atuante no setor de educação da Semob (Secretaria de Mobilidade Urbana).

Nas próximas semanas, os agentes de trânsito atuarão em outros pontos de Cuiabá para orientar motoristas a respeito das vagas em estacionamentos.

Estacionar em vagas reservadas sem credencial é infração gravíssima nos termos do Código de Trânsito Brasileiro. A infração pode resultar em pena de multa, além de 7 pontos na CNH e remoção do veículo. As vagas para PCDs e Idosos são garantidas pela legislação especial, por meio da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015) e o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003).

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#PraCegoVer

A foto mostra um veículo prata, com um recado da Semob no para-brisas, orientando sobre vagas exclusivas. Ao fundo há agentes da Semob.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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