CUIABÁ
Search
Close this search box.

ESPORTES

Rebecca e Carol conquistam ouro no Circuito Mundial de vôlei de praia

Publicado em

ESPORTES

Dupla estreante bateu as americanas na final e se preparam para a segunda etapa no Brasil

A nova dupla Carol Solberg e Rebecca estrearam o Circuito Mundial de Vôlei de Praia com o pé direito.  As brasileiras venceram as americanas Terese Cannon e Megan Kraft por dois sets a zero, parciais de 21/13 e 21/17, na primeira etapa realizada no estado de Quintana Roo, no México.

A partida final durou 42 minutos. Nos dois sets o jogo foi equilibrado na maior parte do tempo, mas a dupla brasileira levou vantagem nas pontuações com o bom saque de Rebecca, 17 pontos no total. A quantidade de erros das adversárias também ajudou no resultado final. Entre ataques e bloqueios o Brasil levou a melhor.

Após poucos meses de formação essa é a segunda vitória da equipe, o primeiro título foi em fevereiro no Circuito brasileiro quando venceram Thamela e Vic por 2 sets a 1.

O Circuito Mundial será disputado em 15 etapas, a primeira foi no dia 23 de março Yucatán e a final será em novembro em Doha, no Catar.

Leia Também:  CBF divulga a tabela detalhada da Copa Verde 2023

Outra dupla que participou da rodada foram as campeãs olímpicas Duda e Ana Patrícia, após sete meses sem jogar as brasileiras foram eliminadas pelas suíças  Tanja Hüberli e Leona Kernen   por 2 sets a 1.

Próximos jogos:

Challenge

10 a 13 de abril – Saquarema (Brasil)

15 a 18 de maio – Xiamen (República Popular da China)

21 a 24 de agosto – Stare Jablonki (Polônia)

16 a 19 de outubro – Nuvali (Filipinas)

Elite 16

16 a 20 de abril – Brasília (Brasil)

28 de maio a 1º de junho – Ostrava (Tchéquia)

2 a 6 de julho – Gstaad (Suíça)

27 a 31 de agosto – Hamburgo (Alemanha)

17 a 21 de setembro – Brasil (cidade a ser determinada)

24 a 28 de setembro – Brasil (cidade a ser determinada)

22 a 26 de outubro – Cidade do Cabo (África do Sul)

5 a 9 de novembro – Doha (Catar)

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ESPORTES

Botafogo SAF pede Recuperação Judicial: o que isso significa e quais podem ser os impactos no Fair Play Financeiro da CBF

Publicados

em

A notícia de que o Botafogo SAF protocolou um pedido de recuperação judicial pegou muita gente de surpresa — especialmente pelo contraste com o momento esportivo recente do clube. Mas, longe de ser um “fim da linha”, o movimento revela algo mais comum no mundo empresarial do que no futebol: a necessidade de reorganizar a casa antes que a situação saia do controle.

Na prática, a recuperação judicial funciona como uma espécie de “respiro”. Ela permite que a empresa — neste caso, a SAF — renegocie suas dívidas, reorganize pagamentos e ajuste seu fluxo de caixa sem interromper suas atividades. Traduzindo: o Botafogo continua jogando normalmente, pagando salários e disputando campeonatos, enquanto tenta colocar as contas em ordem nos bastidores.

O próprio clube deixa claro que a prioridade é manter tudo funcionando. E isso é importante destacar: não há, neste momento, qualquer impacto direto no desempenho esportivo ou no calendário. O torcedor não deve esperar punições imediatas ou algo que tire o time de competições.

Mas a pergunta inevitável é: como um clube que conquistou títulos importantes recentemente chega a esse ponto?

A resposta passa menos pelo campo e mais pela estrutura financeira. A SAF foi montada com uma expectativa de investimentos e aportes que, segundo a nota, não se concretizaram como esperado. Soma-se a isso um problema delicado de governança: o acionista majoritário, de acordo com o clube, estaria dificultando a entrada de novos recursos. Esse tipo de impasse interno costuma ser silencioso, mas tem impacto direto — e pesado — nas finanças.

Leia Também:  Internacional e Corinthians empatam pelo Brasileirão Sub-20

É aí que a recuperação judicial entra como uma tentativa de reorganizar tudo ao mesmo tempo: dívidas, fluxo de caixa e até a própria estrutura de poder dentro da SAF.

Agora, olhando um pouco além do Botafogo, esse caso acende um alerta importante no futebol brasileiro, especialmente em relação ao Fair Play Financeiro que vem sendo discutido pela Confederação Brasileira de Futebol.

A ideia do Fair Play é simples no papel: clubes precisam gastar dentro daquilo que arrecadam e manter suas obrigações em dia. O problema é como aplicar isso em situações como essa.

Por um lado, a recuperação judicial é um mecanismo legal, previsto inclusive na Lei das SAFs. Ou seja, não é uma irregularidade — é uma ferramenta de ajuste. Por outro, ela escancara um desequilíbrio financeiro, justamente o tipo de situação que o Fair Play tenta evitar.

Na prática, o que deve acontecer é um meio-termo. O Botafogo dificilmente sofrerá punições imediatas por entrar em recuperação judicial. Mas o caso passa a colocá-lo sob um nível maior de atenção. Dependendo de como a CBF evoluir suas regras, clubes nessa condição podem enfrentar restrições no futuro, como limites de gastos ou maior controle sobre contratações.

Leia Também:  Antônio Oliveira volta a treinar o Cuiabá que tenta se reabilitar no Brasileirão

Mais do que isso, o episódio pode virar um marco. O futebol brasileiro ainda está aprendendo a lidar com o modelo de SAF, e situações como essa ajudam a definir quais serão as “regras do jogo” daqui para frente.

Internamente, porém, talvez o maior desafio do Botafogo nem seja financeiro — seja político. O pedido para suspender o direito de voto do acionista majoritário indica um conflito sério dentro da estrutura da SAF. E, quando há disputa de poder, investidores tendem a recuar, decisões travam e a recuperação fica mais difícil.

O futuro do clube agora passa por algumas etapas bem claras: a aceitação do pedido pela Justiça, a apresentação de um plano de recuperação e a negociação com credores. Se tudo correr bem, o Botafogo pode sair desse processo mais organizado e sustentável. Caso contrário, o cenário se complica — e aí, sim, os reflexos podem chegar ao futebol.

No fim das contas, o torcedor pode respirar um pouco mais tranquilo no presente. O time segue em campo, competitivo, e sem mudanças bruscas à vista. Mas, fora das quatro linhas, o Botafogo entra em uma fase decisiva — talvez uma das mais importantes desde a criação da SAF.

Porque agora não se trata apenas de ganhar jogos. Trata-se de garantir que o clube tenha condições de continuar jogando no mais alto nível nos próximos anos.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA