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Comissão de Saúde da ALMT realiza visita técnica ao Hospital Central de Cuiabá nesta quarta-feira (19)

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A Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizará, nesta quarta-feira (19), às 15h30, uma visita técnica ao Hospital Central de Cuiabá. O objetivo é acompanhar o andamento das obras, verificar o percentual de execução e obter informações sobre o funcionamento da unidade.

O presidente da comissão, deputado estadual Paulo Araújo (PP), destacou que a vistoria é fundamental para esclarecer pontos cruciais, como as especialidades clínicas que serão ofertadas e o modelo de gestão que será adotado pelo hospital.

“A população de Mato Grosso aguarda há anos a entrega desse hospital. Queremos entender em que fase estão as obras, qual a previsão de abertura e como será o atendimento à população”, afirmou o parlamentar.

A comissão pretende obter detalhes técnicos diretamente no local, buscando garantir transparência e eficiência na entrega da unidade de saúde.

O Hospital Central de Cuiabá é uma das principais promessas da gestão estadual para reforçar a rede de saúde pública, oferecendo atendimento especializado e ampliando a capacidade hospitalar do estado.

Serviço

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O quê: Visita técnica da Comissão de Saúde da ALMT ao Hospital Central de Cuiabá

Quando: Quarta-feira, (19/03), às 15h30

Onde: Hospital Central de Cuiabá.

Fonte: ALMT – MT

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Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia

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O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.

A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.

A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.

“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.

Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.

“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.

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Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.

Fonte: ALMT – MT

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